Grêmio, sem dois titulares, tenta manter folga na tabela

Sem dois de seus principais destaques na temporada – o volante Michel, com virose, e o atacante Luan, desgastado pela sequência de jogos -, o Grêmio encara o Vitória, no início da noite desta quarta-feira, no Estâdio Barradāo, em Salvador.

O Grêmio defende o segundo lugar folgado na tabela (28 pontos, a quatro de Santos e Flamengo). O Vitória ocupa a penúltima posiçāo, com 12, a três da Ponte – primeiro time fora da zona inferior, o Z-4.

Renato nāo confirmou o time, como de hábito, mas deve voltar a escalar Maicon, já recuperado, com Jaílson a seu lado, repetindo a escalaçāo de outros jogos.

Há outras possibilidades. Marcelo Oliveira, que sabe jogar como volante, pode ser utilizado, assim como Fernandinho no lugar de Luan, com um leve ajuste no meio-campo.

Logo depois da vitória sobre a Ponte, Renato avisou que em algum momento pouparia titulares. Seria a vez de Luan, mas a inesperada virose de Michel ampliou o número de titulares afastados.

Kannemann, que cumpriu suspensāo automática, volta ao time.

O jogo começa às 19h30min.

 

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Sobre mariomarcos

Jornalista, natural de criciúma, fã incondicional de filmes, bons livros e esportes
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27 respostas para Grêmio, sem dois titulares, tenta manter folga na tabela

  1. Fifaldino disse:

    Vamos de novo…. quem sabe obtemos uma participação mais civilizada por parte de alguns (tricolores) por aqui. As respostas de ontem foi um show de horrores!!

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    Esporte Band RS‏ @EsporteBandRS

    Romildo Bolzan Jr, presidente do #Grêmio: “Aquele episódio foi um grande encenação. Nós fomos muito prejudicados naquela situação”.
    14:38 – 16 de jul de 2017 de Porto Alegre, Brasil
    ===============================================

    • Maurício disse:

      Aquele golzinho mata-secador ontem esfriou o ânimo da golfinada.

    • Guasca disse:

      No próximo Profissão Repórter será exibida uma matéria que foi gravada no último jogo do BBrêmio na arena sobre o goleiro Aranha.

    • Henrique disse:

      Show de horrores, Sr. paladino da justiça? Hipocrisia reina mesmo.

      • Fifaldino disse:

        É só isso MESMO que tu tens pra dizer sobre o caso?

      • Henrique disse:

        Não, Fifaldino. Mas esse assunto já está mais do que saturado. TODAS as torcidas são racistas, homofóbicas etc. O ser humano torna-se irracional ao torcer.

        Gaúcho é viado, baiano é preguiçoso, carioca é bandido, são esterótipos preconceituosos que toda torcida grita para “abalar” o adversário.

        Chamar de macaco é errado? Claro que é. Assim como qualquer outro adjetivo preconceituoso e estereotipado. Punir um clube pra servir de exemplo já está mais provado que não extinguiu o racismo das arquibancadas. Portanto, o clube foi prejudicado sim. E, de quebra, ainda tentaram generalizar todo o Sul como preconceituoso.

        É hipocrisia pensar que apenas os “tricolores” são preconceituosos.

      • Fifaldino disse:

        O senhor precisa se decidir!!

        Primeiro, o senhor GENERALIZA dizendo que “todas as torcidas são racistas e etc..”. Depois, reclama da generalização dos que dizem que “todo o sul é preconceituoso”. Afinal… o senhor é contra as generalizações, ou não?

        E outra coisa: O grêmio foi punido pelo “conjunto da obra” (até hoje cantam “macaco imundo”) e pelo FLAGRANTE de várias pessoas gritando insultos racistas ao goleiro Aranha. Não foi um caso isolado de um ou dois torcedores. Foram vários.

        E mais: Não foi uma encenação, né? A não ser que o Aranha tenha combinado com os torcedores para gritarem os insultos pra ele.

        É justamente isto que me surpreende na declaração do PRESIDENTE do grêmio. Principalmente sendo ele a pessoa que deveria estar mais empenhada em banir do estádio o abominável comportamento racista que vitimou o jogador e o próprio clube.

        E mais outra… o pior de tudo é que está declaração do PRESIDENTE foi feita ANTES do jogo. Não dá nem pra dizer que foi uma reação ao que o Aranha disse após o jogo.

        E pra concluir… em nenhum momento eu afirmei que só os tricolores são racistas. Eu me detive em comentar a declaração infeliz do presidente. Mas…. dê uma olhada nas respostas de seus colegas tricolores aqui do blog na minha postagem de ontem. O senhor concorda com os termos (ser humano podre, Aranha lixo, etc.) utilizados?

      • Roberto disse:

        Todos os colorados são falsários. Qué qué qué

      • Henrique disse:

        Releia novamente. A generalização foi clara pra exemplificar que isso não é culpa apenas da torcida gremista. Isso é comum nos estádios.

        A mídia quer ibope, se falar do preconceito do Aranha dá ibope, ela vai explorar isso, instigar o Aranha a falar sobre e o torcedor é passional, logo, a birra pelo Aranha não é por ele ser negro, mas pela situação explorada pela mídia. Por isso entendo os comentários raivosos sobre o jogador, não sobre o negro. O presidente tem razão ao dizer que o clube foi prejudicado. Inclusive, ele se reuniu com alguns torcedores pra evitarem esse tipo de postura.

        Agora, foque a câmera pela torcida de qualquer time, veja se não haverá nenhum insulto adversário, é hipocrisia achar que não haverá. Generalização totalmente válida, portanto.

        Em relação a me incomodar sobre a generalização do Sul ser preconceituoso. Eu sou paulista, mas tenho consciência do mundo que me cerca e não vou generalizar algo que tem a ver com educação e cultura em relação a uma competição esportiva.

        O que me espanta é o senhor, em troca de uma flauta, rivalidade ou sei lá o que te motiva, querer imputar um comportamento intolerável a uma torcida sendo que a própria torcida colorada tem casos parecidos que só porque não houve uma câmera apontada pra torcida, logo, não aconteceu? Não vou nem entrar no mérito do conjunto da obra ser o mimimi sobre macaco imundo.

      • Fifaldino disse:

        Com essa resposta cheia de relativizações, deixaste claro que aprovas a generalização (quando serve aos teus interesses) e “mimimiza” o “macaco imundo”. Curiosamente, sequer mencionou ou repreendeu quaisquer de seus colegas tricolores pelo comportamento francamente ofensivo e desnecessário.

        E ainda por cima….. crê que estou “tocando flauta” quando abordo o racismo? Menos, por favor… bem menos!!

        Francamente, se queriam negar que o racismo persiste, conseguiram na verdade comprovar que ele segue vivo (e lamentavelmente relativizado por alguns). Que pena!

      • Henrique disse:

        Sim, segue vivo. E em quaisquer torcida. Adiantou prejudicar o clube?

        Eu expliquei sobre o comportamento dos comentários dos tricolores e entendo. Não vou repreendê-los. Só cabe repreensão vinda de uma torcida exemplo como a colorada.

      • Fifaldino disse:

        Quem prejudicou o clube foram aqueles torcedores que perpetraram o ato racista. É deles que o clube tem que reclamar, não da vítima. Que o clube processe aqueles que lhe causaram o prejuízo e deixe de buscar em terceiros uma desculpa para atos deploráveis de seus torcedores. É só isso que espero.

        E… já que deste “imunidade” aos teus colegas, deixa comigo então! Só não precisa te morder a respeito das minhas postagens sobre o assunto, OK? Abraço!

    • Diego disse:

      E o Cuesta? E a mãe do Paulão?

      • Fifaldino disse:

        O “caso do Cuesta” está entregue às autoridades. Então vamos aguardar pra ver se aparecem provas. Por enquanto só se sabem que ninguém viu ou ouviu nada. Nem vídeos (como no caso da Arena) tem.

        Quanto a “mãe do Paulão”….. é consenso geral de que não passa de ficção.

    • Chico disse:

      Porque sou gremista! / Lupicínio fala sobre os “Canelas Pretas”

      Por Lupicínio Rodrigues / Jornal Última Hora, dia 6/04/1963, Coluna Roteiro de Um Boêmio

      Domingo, estive em um churrasco, da Sociedade Satélite Prontidão, onde se reúne a “Gema” dos mulatos de Pôrto Alegre. Lá houve tudo de bom, bom churrasco, boa música e boa palestra. Mas, como sempre, nestas festas nunca falta uma discussão quando a cerveja sobe, lá também houve uma, e, esta foi a seguinte. Uma turma de amigos quis saber porque, sendo eu um homem do povo e de origem humilde, era um torcedor tão fanático do Grêmio. Por sorte, lá estava também o senhor Orlando Ferreira da Silva, velho funcionário da Biblioteca Pública, que me ajudou a explicar, o que meu pai já havia me contado.Em 1907, uma turma de mulatinhos, que naquela época já sonhava com a evolução das pessoas de côr, resolveu formar um time de futebol. Entre estes mulatinhos estava o senhor Júlio Silveira, pai do nosso querido Antoninho Onofre da Silveira, o senhor Francisco Rodrigues, meu querido pai, o senhor Otacílio Conceição, pai do nosso amigo Marceli Conceição, o senhor Orlando Ferreira da Silva, o senhor José Gomes e outros. O time foi formado. Deram-lhe o nome de “RIO-GRANDENSE” e ficou sob a presidência do saudoso Julio Silveira. Foram grandes os trabalhos para escolher as côres, o fardamento, fazer estatutos e tudo que fôsse necessário para um Clube se legalizar, pois os mulatinhos sonhavam em participar da Liga, que era, naquele tempo, formada pelo Fuss-Ball, que é o Grêmio de hoje, o Ruy Barbosa, o Internacional e outros. Êste sonho durou anos, mas no dia em que o “RIO-GRANDENSE” pediu inscrição na Liga, não foi aceito porque justamente o Internacional, que havia sido criado pelo “Zé Povo”, votou contra, e o “RIO-GRANDENSE” não foi aceito. Isso magoou profundamente os mulatinhos, que resolveram torcer contra o Internacional e, sendo o Grêmio seu maior rival, foi escolhido para tal. Fundou-se, por isso, uma nova Liga, que mais tarde foi chamada de “Canela Preta”, e quando êstes moços casaram, procuraram desviar os seus filhos do clube que hoje é chamado o “CLUBE DO POVO”, apesar de não ser êle o primeiro a modificar seus estatutos, para aceitar pessoas de côr, pois esta iniciativa coube ao “ESPORTE CLUBE AMERICANO”, e vou explicar como: A Liga dos “Canelas Pretas” durou muitos anos, até quando o “ESPORTE CLUBE RUY BARBOSA”, precisando de dinheiro, desafiou os pretinhos para uma partida amistosa, que foi vencida pelos desafiados,ou seja os pretinhos. O segundo adversário dos moços de côr foi o Grêmio, que jogou com o título de “Escrete Branco”. Isso despertou a atenção dos outros clubes que viram nos “Canelas Pretas” um grande celeiro de jogadores e trataram de mudar seus estatutos, para aceitarem os mesmos em suas fileiras, conseguindo levar assim, os melhores jogadores, e a Liga teve que terminar. O Grêmio foi o último time a aceitar a raça porque em seus estatutos, constava uma cláusula que dizia que êle perderia seu campo, doado por uns alemães, caso aceitasse pessoas de côr em seus quadros. Felizmente, essa cláusula já foi abolida, e hoje tenho a honra de ser sócio honorário do Grêmio e ter composto seu hino que publico ao pé desta coluna. (Segue o Hino).

    • Chico disse:

      O Fim do Preconceito

      No entanto, os principais clubes resistiam ao talento e à força do futebol dos negros.

      Em 1928, o campeão do Estado foi o Americano, com os negros Alegrete, goleiro, e Barulho, meio-campista. O Americano, entre os principais clubes de Porto Alegre, foi o pioneiro a quebrar o preconceito; Cruzeiro e Inter, ainda em 1928, e São José logo após, seguiram o exemplo.

      O primeiro negro a jogar no Inter foi Dirceu Alves, em 1928. Dirceu, porém, teve passagem rápida pelo Inter: de setembro de 1928 a maio de 1929, jogou apenas 10 partidas com a camisa do Internacional. Depois de Dirceu, o Inter passou a acolher, paulatinamente, jogadores oriundos da Liga da Canela Preta, como Chatinho, Bagre, Davi e Natal, originando, na década de 30, os apelidos de “clube dos negrinhos” e “clube do povo”.

      Porém, o aproveitamento dos negros ainda era tímido na década de 30 e somente a partir de 1940 é que passou a ser feito em grande número pelos principais clubes da cidade, como Internacional, Cruzeiro e São José. O Nacional, de origem ferroviária e humilde, desde a sua fundação, em 1936, sempre aceitou negros e pobres, assim como o Grêmio Esportivo Força e Luz.

      Nas décadas de 20 e 30, os negros jogavam em clubes menores ou somente na sua Liga da Canela Preta. Assim, clubes como o S.C. Ruy Barbosa, situado na antiga colônia africana, Concórdia F.B.C., S.C. Municipal, Bancário, de Vicente Rao e S.C. Marechal de Ferro formaram fortes equipes nas décadas de 20 e 30. O Americano, que tinha o seu estádio na rua Veador Porto, foi campeão da cidade em 1924 e 1928 e do Estado, em 1928, contando com jogadores de origem humilde em sua equipe.

      O Grêmio, oficialmente, abriu suas portas aos jogadores negros somente em 1952, com a contratação do consagrado Tesourinha, que estava no Vasco da Gama. Tesourinha havia brilhado no Internacional, de 1940 a 1948, época do famoso rolo compressor do Inter, que ganhou oito títulos nestes nove anos de Tesourinha. Após jogar no Vasco, estreou no Grêmio, no dia 16 de março de 1952, numa vitória de 5 a 3 sobre o Juventude, em Caxias do Sul. Tesourinha jogou no Grêmio nas temporadas de 1952, 1953, 1954 e 1955.

      Apesar de Tesourinha, oficialmente, ser o primeiro, o Grêmio já havia contado, desde a década de 20, com jogadores de origem negra em suas equipes. Adão Lima, que jogou no Grêmio de 1925 a 1935, é um dos exemplos. Na década de 40, Hélio e Mário Carioca são outros casos de afro-descendentes nas equipes tricolores, assim como o atacante Hermes da Conceição, que jogou no clube de 1947 a 1950.

      O lendário goleiro Eurico Lara, vindo do E.C. Uruguaiana para o Grêmio em 1920, era mestiço e de origem humilde. Ele atuou no tricolor até 1935, foi ídolo da torcida e acabou imortalizado por Lupicínio Rodrigues na letra do hino do clube.

    • Chico disse:

      Everaldo Marques da Silva uma estrela que brilha na bandeira tricolor

      Campeão Mundial com a Seleção em 1970, jogador foi perpetuado na história do Clube

      estrela que brilha na bandeira tricolor

      estrela que brilha na bandeira tricolor

      Pai e filho, agarrados ao alambrado do campo suplementar do Estádio Olímpico, acompanham tranquilamente um treinamento até que o menino se põe a observar a gigantesca bandeira tricolor que tremula no alto do mastro localizado junto à Rótula do Papa. Com a curiosidade costumeira da juventude, o garoto pergunta ao mais velho: “Pai, o que significa aquela estrela dourada na bandeira do Grêmio?” Sem pensar muito, o pai responde: “É para comemorar o título mundial de 1983, meu filho”.

      A história contada acima é fictícia, mas o engano em relação à estrela que brilha no pavilhão gremista acontece seguidamente até mesmo por parte de torcedores que se dizem conhecedores da história do Clube. Na verdade, a estrela começou a fazer parte da bandeira oficial do Grêmio em homenagem ao lateral Everaldo Marques da Silva, único jogador gremista a fazer parte da inesquecível Seleção Brasileira Tricampeã da Copa do Mundo de 1970, realizada no México.

      A empolgação da torcida gremista com o êxito obtido pelo jogador que representou o Tricolor na vitoriosa campanha do Tricampeonato fora tanta que, em seu retorno à Porto Alegre logo depois da conquista, saiu às ruas da cidade para comemorar como se fosse um verdadeiro título alcançado pelo próprio Grêmio. Na época, o fato foi considerado uma das maiores demonstrações de carinho já dispensadas a uma personalidade do Estado.

      No dia 30 de junho de 1970, seis dias após seu retorno do México, o Conselho Deliberativo do Grêmio, em uma sessão solene, perpetuou oficialmente a figura de Everaldo na história do Clube dedicando ao atleta a famosa estrela dourada na bandeira. Na ocasião, o jogador recebeu também o título de Atleta Laureado além de duas cadeiras quitadas no Estádio Olímpico.

      No dia 27 de outubro de 1974, aos 30 anos de idade, ao retornar de uma viagem ao interior do Rio Grande do Sul, Everaldo Marques da Silva acabou falecendo em um acidente automobilístico perto da localidade de Santa Cruz do Sul. A morte precoce do atleta não foi suficiente para apagar as lembranças de um jogador exemplar tanto dentro quanto fora do campo.

    • Chico disse:

      O ano de 1977 marcou o Brasil em várias frentes. A lei do divórcio foi instituída, a escritora Raquel de Queiroz tornou-se a primeira mulher eleita para a Academia Brasileira de Letras, e o país ganhou mais um Estado, o Mato Grosso do Sul. No mundo do futebol, outros dois fatos marcantes. Enquanto Pelé anotava seu último gol pelo Cosmos sobre o Santos, nascia também a primeira torcida brasileira exclusivamente gay. Incomodado com a falta de agitação nas arquibancadas, o cantor e empresário Volmar Santos resolveu fundar uma falange que chamasse a atenção não só por seus trajes, faixas, bandeiras e instrumentos, mas também pela ousadia de reunir torcedores homossexuais do Grêmio em plena ditadura militar. Assim, no dia 10 de abril daquele ano, surgia a Coligay.

      A nova torcida organizada deu as caras na partida entre Grêmio e Santa Cruz-RS. O time da casa venceu por 2 x 1, mas o assunto mais comentado no estádio Olímpico naquele domingo de Páscoa foi o novo e barulhento grupo de adeptos tricolores. Gaúcho de Passo Fundo, Volmar era dono de uma boate em Porto Alegre, a Coliseu. Ela motivou o nome da torcida e servia como ponto de encontro para seus integrantes, antes e depois dos jogos. Além do espanto, o circuito da bola reagiu com repulsa ao movimento liderado por Volmar. Dirigentes, jogadores e membros de outras torcidas organizadas do Grêmio rechaçaram a Coligay, que, inicialmente, tinha cerca de 60 integrantes. Ciente dos riscos de declarar a homossexualidade, sobretudo em um terreno machista como o futebol, ainda no contexto da ditadura, o mentor da torcida bancava aulas de caratê para que seus seguidores pudessem se defender de eventuais ataques homofóbicos de rivais e das próprias facções gremistas. “A única vez que tivemos problema foi quando um cara atirou pedras em nossa direção. Mas rapidinho botamos o sujeito pra correr do estádio”, conta Volmar, hoje com 68 anos, que compôs até um hino exaltando sua legião.

  2. Maurício disse:

    O Cupó, que tá fora mais uma vez, agora por pubalgia, nem é mais mencionado como desfalque.

  3. Roberto disse:

    Jogo difícil. Apesar da posição dos baianos na tabela, o Vitória é um time de série A, permanecendo na elite com todos os méritos e sem espernear.

  4. Roberto disse:

    Bah, Geromel também não joga!! Hoje tô só pela zaga do Vitória parando e o lance seguindo qué qué qué

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