Da série ‘Perguntar não ofende’

O técnico Renato age certo ao anunciar a decisão de escalar contra o Coritiba, nesta quinta-feira, todos os titulares do Grêmio que estiverem em condições, deixando de lado o plano inicial de utilizar reservas, ou apostar na equipe principal é arriscado em um período de muitos jogos importantes, como o de domingo, contra o Corinthians, valendo a liderança do Brasileirão?

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Sobre mariomarcos

Jornalista, natural de criciúma, fã incondicional de filmes, bons livros e esportes
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3 respostas para Da série ‘Perguntar não ofende’

  1. Guasca disse:

    Teoricamente, o Coritiba é mais fraco. O foda é que o Curíntia está na liderança
    Dilema Tostines.

  2. Rodrigo R. disse:

    Se os caras estão em condições como está escrito não há risco algum. Por mim o Grêmio tem duas competições e deve buscá-las obcecadamente: Libertadores e Brasileirão, duas competições que não ganha há duas décadas (e eu achava que o Grêmio estava a tempo demais sem ganhá-las nos anos 1990, 12 anos sem LA em 95 e 15 anos sem Brasileirão em 96!)

    Copa do Brasil é competição de segunda categoria que o Grêmio deve buscar nos anos que não tiver coisa melhor para ganhar por falta de time, porque será sempre competitivo nela. O diabo é que a maioria dos gremistas são viciados em copas e não reparam nisso, e exigem essa terceira competição que somada às mais importantes desgasta. O Grêmio até já caiu nas semifinais da Libertadores de 1996 contra o América de Cali em parte pela incapacidade de deixar de lado a Copa do Brasil e a rivalidade com o Palmeiras na época: jogou numa terça contra um e numa quinta contra o outro!

    Ao contrário da Copa do Brasil, não será todo ano que o Brasileirão e a Libertadores estarão ao alcance, e o Grêmio vive um ano raro que pode vencer essas competições, logo o resto deveria ser completamente ignorado no mínimo desgaste (Ruralito, Primeira Liga e Copa do Brasil). Titulares contra Coritiba e Corinthians, descanso de uma semana (Atlético-PR que se dane, que deem a vaga para o Fluminense, coitado, jogar contra os paranaenses…) e volta dos titulares contra o Palmeiras e Godoy Cruz; depois, segue mais um mês de concentração total no Brasileirão.

    Ambição condizente com clube e time grande: força máxima no campeonato nacional e no continental, como os grandes europeus – que apesar de terem grupos fortes sempre usam os mesmos onze sem esse chororô chato de desgaste.

  3. Gaudêncio disse:

    É preciso ter muito cuidado com a soberba.
    Confesso que pelas características que vi do Coritiba em campo, o “Coxa” pode ser sim um adversário mais difícil do que o Corinthians.
    Na quinta, a obrigação de vencer é do Grêmio – enquanto que no domingo o Corinthians também deverá propor o jogo.
    Olhando friamente para a tabela, não seria um crime assim tão hediondo o Bahia empatar com o timão em SP.
    Quero apenas consignar algo que tenho observado no time do Grêmio na “volta” para o 2ª tempo: o time parece que entra desligado. Tem sido uma tônica em todos os jogos.
    Contra o Iquique, depois de um 1º tempo magnífico, o Grêmio ficou pedindo um gol dos visitantes que fizeram aos 15 e aos 22.
    Pedimos para levar contra o Flu.
    Tivemos o apagão no Grenal.
    E contra o Cruzeiro o mosca tonta do Edilson foi o corredor em todos os gols da raposa.
    O que estará acontecendo com o time na volta do intervalo.
    E uma questão adicional: agora que a Av. MaLcelo de Oliveira foi temporariamente extinta, criamos uma nova avenida?

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