Grêmio supera a resistência do Bahia e vence mais uma vez

Foi bem mas sofrido do que o Grêmio esperava. Bem organizado, com um forte sistema defensivo, o Bahia resistiu até os 40 minutos do segundo tempo, quando o lateral-esquerdo Cortez garantiu a vitória de 1 a 0, na noite desta segunda-feira, na Arena de 23.875 torcedores.

Com isso, além de completar uma sequência de oito vitórias do time titular, o Grêmio chegou a 15 pontos ganhos, recuperou o segundo lugar e ficou a um ponto apenas do líder Corinthians.

O Grêmio dominou o tempo todo, teve maior posse de bola, mas desta vez não conseguiu impor a pressão de outros jogos. É que sem Lucas Barrios, lesionado, Renato escalou Maicon, ao lado de Michel, Ramiro e Arthur (todos volantes de origem) no meio-campo e adiantou um pouco Luan.

Não deu certo como o técnico esperava.

O Bahia fechava os espaços, anulava as principais jogadas do Grêmio e apostava sempre nos contra-ataques.

Em todo o primeiro tempo, o Grêmio teve apenas uma grande chance de gol. Aos 38 minutos, em um raro momento de descuido da marcação, Pedro Rocha recebeu livre na esquerda, desviou para o meio e diante da saída do goleiro deu um toque por cobertura. Jean fez uma excelente defesa.

O Bahia, apesar do esquema defensivo, teve também sua oportunidade, aos 45 minutos, quando Zé Rafael, livre na área, chutou por cima.

Na fase final, o que já era complicado ficou ainda mais difícil. O Bahia aumentou a marcação, reduzia o ritmo da partida e sofria pouco na sua defesa.  O Grêmio fez tentativas em chutes de longe, como fez Edílson aos 18 minutos. Aos 27, ao sair do gol, Grohe soltou a bola e permitiu o chute de Vinícius. A bola desviou na zaga.

Aos 15 minutos, Renato trocou Arthur por Éverton, confiando na velocidade do atacante, mas a marcação era sempre firme. A torcida aplaudiu o reserva que entrou, mas não gostou da saída de Arthur, uma das afirmações do time.

Quando a torcida sofria com a possibilidade de ver o time tropeçar diante do Bahia, Éverton dominou pela esquerda, passou entre dois marcadores e na hora da conclusão foi bloqueado por um terceiro. Escanteio pelo lado esquerdo. Na cobrança, Geromel deu um leve toque com a cabeça e, na sequência, Cortez tocou de pé esquerdo, no outro lado, garantindo a vitória, os três pontos e o alívio dos 23 mil torcedores.

Na próxima rodada, quinta-feira, o Grêmio enfrenta o Fluminense, no Rio.

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Sobre mariomarcos

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34 respostas para Grêmio supera a resistência do Bahia e vence mais uma vez

  1. FabioTriTricolor disse:

    Golzinho mata secador!

    • Gaudêncio disse:

      Sabe aquela hora na qual o secador já está indo pro computador pra cornetar?
      Pois é…

      • Roberto disse:

        Qué qué qué

      • Roberto disse:

        Os avestruzes não prestam nem pra secar, kkkkkkkkkkkkkkkkk

      • Guasca disse:

        Já tínhamos muitos casos de neguinho que perdeu as duas pernas vindo chamar outros que perderam uma de aleijado.

        Agora temos uma confissão de adolescente sobre ir aro computador pra cornetar.

        Pois é…

      • Roberto disse:

        Nada mais engraçado que ver as acusadas dos segundinos, kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      • Guasca disse:

        Engraçado é vc sem duas pernas me chamar de aleijado pq não tenho uma kkkkkkkkkk

      • Gaudêncio disse:

        Guasca:
        já voltou do hospital?
        Sobre a história de duas ou uma perna: depende o ponto de vista.
        Hoje à tarde, por exemplo, podem quebrar não apenas as pernas, mas o que resta de empáfia aos que usam documentos falsos.
        Na linguagem popular, receptador…

      • Guasca disse:

        Gaudêncio,

        Não sei nada sobre hospital.
        Sobre hoje à tarde, obrigado por me lembrar. Parece que alguns tricolores são mais informados sobre outros clubes em detrimento dos seus.

        Até os piolhos que infestam as pombas da Arena sabem que isso não dará em grande coisa pq não foi o Internacional que adulterou o documento. Vai ficar em multa ou proibição em contratar reforços.

      • Roberto disse:

        Gaudêncio, juntou os corruptos CBF e Binter. Você acha que vai dar alguma coisa? Já tá tudo acertado. No máximo, uma multinha. Vai ficar só o apelido de “avestruzes”, kkkkkkkkkkkkkkkkk

      • Gaudêncio disse:

        Os artigos citados não fazem distinção entre adulterar e/ou utilizar documentos adulterados.

      • Gaudêncio disse:

        Roberto: e ainda tem o filho do chefe da corrupção do STF, o homem que ficou sentado anus seguidos sobre o processo que determinava a prisão do Luis Estevão.
        Nada que uma mala de dinheiro não resolva – mas que desta vez terá de ser entregue e não como aconteceu com a turma do Neto e do Paysandú…

      • 66 disse:

        Secador de tribunal

  2. Miguel disse:

    Eu imaginava um jogo difícil, já contra a Chapecoense eu imaginava antes do jogo que não seria complicado.

    • Gaudêncio disse:

      Muito do que aconteceu hoje é por culpa do renato e sua necessidade de proteger os seus bruxos.
      Esperem que o mesmo vai acontecer com a volta do Maucelo Oliveira…

  3. Arthur Vanderlei disse:

    Morre secador, morre!!!!!!

  4. Gaudêncio disse:

    Foi um jogo típico da teimosia do renato e da sua necessidade de escalar os seus bruxos de estimação.
    A bem da verdade, ele não escalou o Grêmio.
    Ele se preocupou em escalar o Maicon, em arranjar um lugar no time para o malfadado chinelinho.
    Não funcionou porque o Maicon não tem a mesma dinâmica dos demais jogadores, erra passes, tem dificuldades na transição e é lento, velho e alquebrado na recomposição do time.
    Entrar em campo com 4 volantes contra o Bahia é a prova cabal das limitações mentais do Renato.
    Não satisfeito com um time montado aos moldes de Celso Roth, Renato desperdiçou as substituições porque teimou em mostrar que não tinha errado as escalar a anta do Maicon.
    Sacou Arthur, quando deveria ter retirado o Maicon.
    Resultado: o Grêmio ficou ensebando a bola sem nenhuma penetração porque o Luan não era o falso nove, coube ao Luan fazer uma espécie de enganche: pegar a bola e levá-la até a área – onde não tinha ninguém para a continuidade da jogada.
    Alô Espinosa, não deixe isto acontecer…

  5. Rodolfo disse:

    Renato errou feio. Escalou mal e mexeu pior ainda. Arthur é titular absoluto e o Maicon tem que ser banco do guri. Edilson e Marcelo também devem permanecer na reserva. Problema será o Renato desapegar dos seus valores de boleiro e escalar por mérito.

    • Gaudêncio disse:

      Interessante é que o Renato “sentiu” que fez cagada.
      Mas, ainda assim, tratou de se garantir com o discurso mais fajuto que foi capaz de elaborar para justificar o bruxismo.
      Maicon atrasa todas as jogadas, reduz a pressão sobre o adversário e é uma espécie de toupeira ambulante e irritante.
      Não lembro de nenhuma partida na qual ele tenha sido “o cara” decisivo – algo que Michel, Ramiro e Arthur já conseguiram ser.
      Tomara que o Maicon tenha algum problema físico até quinta-feira….

  6. Ricardo - DF disse:

    Putz, caiu do céu essa vitória. Foram vários escanteios e, no finalzinho, a jogada ensaiada funcionou. Geromel no primeiro pau desvia de cabeça, desta vez foi Cortez que apareceu do outro lado, livre para marcar. Um belo castigo para a cera dos baianos, o jogo inteiro se arrastando, caindo, gemendo, etc.

    Não gosto de cera de nenhum lado. Se o Grohe ficar se atirando no chão, gemendo e chorando neste vale de lágrimas, a torcida do Grêmio deveria vaiar. Vá tomar vergonha na cara.

    Grohe, aliás, que hoje quase entrega o jogo quando saiu, mais uma vez, catando borboletas. Largou a bola no pé do atacante baiano, que dominou e chutou. Por sorte, pegou no pé do Edilson, acho, e desviou. Fosse gol ali, tava morta a coruja. Grohe tá com uma nuvem preta sobre ele. Se o Grêmio quiser contratar alguém, ainda, deveria ser um grande goleiro. De preferência argentino, os hermanos sabem sair do gol.

  7. Ricardo - DF disse:

    Renato escalou mal mesmo. O pobre Arthur não sabia o que fazer, onde se posicionar. Ficava pelo meio, onde estava Luan, e onde ainda fechava o Rocha, travando todo o ataque. Edilson ainda sem ritmo. Rocha no seu pior estilo. Basta não ter espaço que ele se perde. Tropeça na bola, errou tanto que tirou a paciência do padrinho Renato. Errou, mais uma vez, MAIS UMA VEZ, um gol na cara do goleiro. Sempre toma a decisão errada, ou erra na execução. Mas está entre os intocáveis do Renato.

    Arthur é disparado o meio campo mais talentoso do time. Mas foi o primeiro a sair. No segundo tempo, o Bahia adiantou a marcação. Passou a marcar no campo do Grêmio, e o tricolor ficou sem saber como sair jogando. Só dava Bahia. Meio campo perdido, Michel todo enrolado. Maicon com sua lerdeza habitual. Luan errando todos os chutes de longe.

    As mudanças do Renato deram algum resultado. Fernandinho, que é normalmente muito improdutivo, ao menos deu mais ímpeto ao ataque. Ganhou várias jogadas, fez cruzamentos, ajudou a acuar um pouco os baianos mais para o final. Éverton não conseguiu muita coisa, mas é muito superior, no ataque, ao Rocha. Lincoln entrou muito no fim, mas mostra sempre muito talento. Esse é um cara que consegue jogar sem espaço. É pena que não tenha mais chances.

    Enfim, Barrios fez muita falta. O time ficou perdido com 4 volantes. Talvez contra o Flu, no Rio, seja razoável ter um time tão defensivo. Mas, já que tem 4 volantes, então tira o Rocha e coloca o Éverton pela esquerda. Ou entra Bolaños no meio, Luan de falso 9, e faz o meio com Maicon e Arthur. Temos que evitar os pardalismos do Renato, senão o time perde o rebolado, quem nem hoje.

    • Gaudêncio disse:

      Diria que a ausência do Barrios foi mais sentida pela necessidade do Renato em escalar o Maicon.
      leio muito a necessidade do time manter os pés no chão, não se deslumbrar.
      Na minha modesta opinião, o risco maior está no deslumbramento do Renato.
      Quinta eu começaria, se o Gata Fernandez não tiver condições, com o Grohe, Edilson, Geromel, Kanemann e Cortez – Michel, Ramiro, Arthur e Lincoln – Luan e Everton
      Para quinta, três volantes e dois jogadores flutuano no meio e o Everton para pegar a defesa do Flu – que vai pro jogo pressionado – no mano-a-mano.

      • Ricardo - DF disse:

        Tá propondo um 4-3-2-1? Acho que o Renato nunca jogou assim. Com esses jogadores, seria provavelmente Michel e Arthur, Ramiro, Luan e Lincoln, Everton. 5 da base!

        Mas talvez 3 volantes, Ramiro pela direita, Arthur centralizado e Michel pela esquerda, fosse uma alternativa para liberar o time do marcador Rocha, deixando Luan e Lincoln mais soltos. É interessante.

      • Gaudêncio disse:

        Ricardo:
        – O Flu vem todo esgualepado.
        Além das lesões, ainda enfrenta uma crise por conta da proposta que o Palmeiras fez aos procuradores do Richarlyson e que mexeu com a cabeça do menino – que é bom de bola.
        Pelo que leio, o time tem oito lesionados, Orijuela convocado e o Richard indefinido.
        Isto posto, creio sim que jogar num 4 – 3 – 2 – 1 poderia ser uma alternativa.
        O Flu precisa vencer e certamente deixará seu sistema defensivo desguarnecido (sem levar em conta que o volante deles deverá ser alguém da base – Mateus Norton, que nunca jogou.
        O 4 – 3 – 2 – 1 seria um sistema conservador, mas letal pela possibilidade de uma rápida saída em contra-ataque.
        Olhando apenas pela tabela, observa-se que o Flu tem um sistema defensivo frágil (levou 11 gols) e um ataque que vive dos gols do Dourado (fez 7 dos 11 tentos perpetrados pelo pó de arroz carioca).
        Ou seja: um sistema bem protegido, para evitar as bolas levantadas na área e uma saída rápida.

  8. 66 disse:

    Como é bom ver os gremistas voltarem a comentar no blog, alegres, faceiros e motivados.
    Viram só…não é necessário desaparecer nem ficar com vergonha de aparecer quando o time estiver mal das pernas.
    Tudo bem que o Gremio está sendo o cavalo paraguayo desse ano, mas tem mais é que curtir.
    E puxa vida…tinha 23 mil pessoas na Arena Humaitá e parecia que estava deserta vendo os lances na tv.

    • Guasca disse:

      O alazão de Puerto Presidente Stroessner.

    • Gaudêncio disse:

      666 – algumas questões:
      1. É que quando o nosso time está mal das pernas, a maioria dos comentários é de colorados;
      2 – É a diferença da capacidade. 23 mi na Arena é 1/3 – 23 mil no remendão é 2/3.
      3 – Sobre cavalos, hoje de tarde tem páreo duro para vocês.

      • 66 disse:

        1 – Vocês desaparecem quando estão mal das pernas. É diferente.
        2 – Pois é. Deveriam ter construido um estádio dentro da realidade que é essa mesmo. Média não superior a 30 mil. Mas tem o dobro. Pior pro time dentro do campo e para as imagens na tv. Parece que a torcida não comparece.
        3 – Hoje é pedreira. Já dizia Charles Miller, “Não tem mais bobo no futebol”

      • Gaudêncio disse:

        Tréplica pro 666:
        – quando estamos mal, deixamos a área livre para vocês se divertirem. Esta é a lógica do futebol.
        – Com exceção dos estádios europeus – e muitas vezes é apenas uma questão de colocação estratégica das câmeras – os demais só lotam em decisão e em jogos que valem a pena. O dindin anda curto pra todo mundo.
        – Seguindo sua lógica, não haveria necessidade de nenhum estádio com mais de 35 mil lugares, visto que esta é, estourando, a média máxima.
        – Sobre o páreo, a peleja é hoje de tarde. De noite, é, como diz um confrade seu, jogo jogado.

      • 66 disse:

        A diversão só tem graça se o rival ver. Tem que provocar um “sofrimentozinho”.
        Rir só entre os “amigos” é uma coisa sem sentido.
        Pra poder rir dos outros tem que saber rir da própria desgraça.

      • 66 disse:

        Concordo. Estádios no Brasil para mais de 35 mil lugares é desperdício. Até o Flamengo, que tem a maior torcida do país, fez um arremedo de estádio lá no RJ para não mais de 20 mil pessoas. Parece até uma arena de volei de praia.
        Alguma dúvida que vai lotar em TODOS os jogos??
        Futebol é bonito com o estádio cheio. Arquibancada vazia é deprimente.
        O Beira-Rio possui 50 mil lugares porque foi o estádio da Copa do Mundo em 2014. Mas também deveria ter no máximo 40 mil lugares. Nunca lota também. Cadeira vazia é dinheiro jogado fora.

  9. Henrique disse:

    Não vejo ninguém comentar aqui, mas a forma que o Renato tentou escalar o Maicon de qualquer jeito não pode ter a ver com ele ser o capitão e não querer perder o grupo ou começar com algum barulho nos vestiários?

  10. Gaudêncio disse:

    A posição do Grêmio na tabela revela que o time, em 2017, mesmo que aos transcos e barrancos, está conseguindo fugir do cadafalso no qual viu sucumbirem suas chances em edições anteriores.
    Tirante o resultado contra o Sport, que foi uma patacoada e que poderia ter sido diferente com a escalação dos reservas e não o povo da transição, o Grêmio tem feito em 2017 o que diferencia quem disputa o campeonato de quem disputa vaga para a Libertadores.
    Empatar ou mesmo perder no confronto com os “grandes” não alija ninguém da disputa pelo título.
    SE o GRÊmio conseguir manter a escrita de vencer a turma do rebolo – em 2016 por exemplo teve desempenhos pífios contra Santa cruz, América-MG, Inter, Figueira, Vitória, Coritiba, Sport, Chape, Ponte e Botafogo – é bem provável que chegará ao terço final da competição em condições de disputar as cabeças.
    Em 2017, o time está fazendo o serviço.
    E por isso está nesta posição…

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