Palavra de goleador

Ele chegou como o grande reforço, provocou algumas dúvidas quando teve dificuldades para se adaptar, mas hoje é uma das unanimidades do Grêmio. Nada estranho: em 15 jogos, muitos deles sem atuar o tempo todo, Lucas Barrios (foto) fez nove gols. Se o cálculo levar em conta apenas os minutos em campo, ele tem média superior a um gol por partida. Ou seja: uma das carências do Grêmio parece resolvida.

Na noite de quarta-feira, mais uma vez ele foi destaque, ao fazer dois dos três gols da vitória sobre o Fluminense. Animado, ele confirmou na entrevista ao Correio do Povo, na quinta-feira, as conversas com o técnico Renato sobre a importância de manter a tranquilidade na região das conclusões:

– A gente escuta o treinador, que fala para sempre finalizar com tranquilidade. Ele diz que o desespero é do defensor e a gente trata de ter essa tranquilidade também com a experiência que cada um tem – ao lembrar especialmente do segundo gol, quando tocou por entre as pernas do zagueiro Rento Chaves. – Eu estava olhando para o lado, ia passar a bola para o Luan e acabei chutando porque o defensor me deu a oportunidade. Você tem que estar frio para finalizar. A gente tem que trabalhar e na frente tem que ter um prêmio e esse prêmio é aqui no Grêmio.

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Sobre mariomarcos

Jornalista, natural de criciúma, fã incondicional de filmes, bons livros e esportes
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7 respostas para Palavra de goleador

  1. Miguel disse:

    Eu era um que estava cético quando da sua chegada, mas aos poucos, à medida que foi entrosando, ele foi demonstrando que realmente é o jogador que estava faltando no ataque do Grêmio. O segundo gol dele, terceiro do Grêmio, contra o Fluminense então, foi pra tirar as últimas dúvidas.

  2. Arthur Vanderlei disse:

    Eu tenho a impressão que o Pedro Rocha e o Luan ainda não se acostumaram a jogar com o centroavante. Pelo menos metade dos gols que eles perdem estariam resolvidos se eles passassem pro Barrios.

  3. Roberto disse:

    O site do Cartola definitivamente deve estar com problemas: agora tentei escalar o goleador Léo Ortiz e não consegui. Alguém sabe o motivo? qué qué qué

    • Arthur Vanderlei disse:

      Provavelmente foi o único jogador que, vestindo a camisa do InternaC, fez gol em favor de time de série A esse ano.

      • Roberto disse:

        Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      • Rodrigo R. disse:

        O Segundona fez dois gols contra incríveis na final do ruralito e em SP, as nabas estavam sozinhas, sem pressão, nenhum bico em direção às canelas ou à cabeça. E um cabeceia de olhos abertos e outro mete de bunda para as redes… Mas que se danem, que façam suas roscas ruas de fogo contra o ABC, os bombeiros estarão lá para apagar o fogo empunhando suas mangueiras…
        A nossa referência é o Crefisa, este é o nosso rival, junto com o Atlético-MG. Foi bom o Crefisa não ter conseguido fazer gol neles, mostrando (mais uma) vez que ainda é um amontoado.

  4. Rodrigo R. disse:

    O que me preocupa agora é a meia-cancha, embora o prejuízo seja menor que o benefício de contar com um excelente finalizador. Mas não é preciso (e nem se pode admitir) a fragilização no meio campo. Barrios entrou sem sair nenhum atacante. O Grêmio ficou com três volantes e três atacantes. Ainda que se aproximem, não será tão bem feito como ocorreria se houvesse um meia criativo e que saiba dar o tempo certo: segurar e soltar a bola no tempo certo, esperar o time subir e encorpar, que enxergue o jogo, etc. Renato poderia testar Lincoln dar a ele novas oportunidades no Brasileirão (é a competição menos decisiva do momento, onde o risco é menor). Pode o colocar a jogar a partida inteira contra o Zamora também, testá-lo de verdade, com titulares, não em gororobas mistas e reservas. É o que resta para testar o garoto, com o fim do ruralito e a paralisação da Primeira Liga. Com o histórico dele na base do Grêmio e da seleção ele não pode ir para a geladeira. O Flamengo perdeu Diego e Conca (este nunca teve, contratado com lesão no joelho!) e muitos torcedores pensam em testar no meio o supervalorizado Vinícius Jr, um filhote do Negueba que seria completamente desconhecido se não fosse a paparicação midiática costumeira com o “Mengão”. Pois o Grêmio também perdeu dois lesionados, mas tem, ainda, um melhor que o flamenguista e que é do lugar: Lincoln. Que o teste, que insista! Com a juventude e o talento dele não pode desistir. Os volantes gremistas sabem jogar e Arthur, especialmente, pode virar meia em pouco tempo, tamanha sua qualidade, mas não agora. Se o Grêmio quiser jogar com outro estilo vai precisar mudar a foto completamente, com esse time as coisas são assim: o meio campo deve ser dominado imediatamente sempre! É vital, é o campo de petróleo numa guerra. Porrada e correria é para o Crefisa e seus Melos e Dudus. O Grêmio é um time de posicionamento e troca de passes, movimentação, ganho de território e posse de bola. Essas características devem ser ou fortalecidas ou mantidas, nunca prejudicadas ou modificadas.

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