Da série ‘Perguntar não ofende’

Você acha que o cargo do técnico Antônio Carlos Zago está mesmo ameaçado depois da derrota no Gauchão, como alguns analistas suspeitam e os torcedores repercutem intensamente nas redes sociais, ou é um exagero e seria mais um grave erro do clube trocar de treinador menos de uma semana antes da estreia na Série B, o maior desafio para o Inter na atual temporada?

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Sobre mariomarcos

Jornalista, natural de criciúma, fã incondicional de filmes, bons livros e esportes
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27 respostas para Da série ‘Perguntar não ofende’

  1. Fifaldino disse:

    FORA TEMER…. E ZAGO TAMBÉM!!! \o/

  2. Guasca disse:

    Da série ‘Perguntar não ofende’

    Por direito, quem deveria ser o ganhador do campeonato anual de apneia promovido pelo Sea World? O troféu Flipper
    – O Revoltado Online
    – Multi

  3. Guasca disse:

    Tirar ele e colocar um cone?

  4. INTERminável COLORADO disse:

    Acho muito temeroso trocar o técnico agora. Seria a mesmice de sempre. Por isso, creio que é: Fora, Temer!

  5. Ricardo disse:

    Fora do post: O Nóia provou duas coisas: 1)Jogar em casa não significa bosta nenhuma.
    2) Torcida não influi bosta nenhuma.

    • Ricardo - DF disse:

      Provou nada, tchê! O Nóia não tinha torcida, acho se habituou com essa situação. Mas é só ver o retrospecto dos times grandes, não tem um que tenha desempenho igual fora de casa.

  6. Maurício disse:

    Quem diria, tem tricolor nostálgico por aqui… kkkkkkkkkkkkkkkkk

    Não sou fanático pelo trabalho do Zago, mas vou manter o que disse antes do gauchão: ele tinha até o início da série B pra fazer todos os testes [e cagadas] possíveis a fim de entrar no certame com uma ideia definida de time.
    Diferentemente de algumas opiniões que andei lendo, me parece que há sim uma convicção de time-base que, reconheçamos, foi seriamente prejudicada pela indisponibilidade de algumas peças, pelos mais diversos motivos. Mas assim como foi atrapalhado – também por algumas mini-maratonas em determinados momentos – penso que também se atrapalhou em escalações e substituições, com bruxismos e teimosias que esperamos terem sido superados.
    Analisando as competições separadamente, foi bem na moribunda Liga, foi apenas suficiente na Copa do Brasil, e no Gauchão começou mal, custando a vencer, mas evoluiu e acabou até surpreendendo alguns incautos ao chegar à final, em que esteve em nível de igualdade com o campeão.
    Ainda não conseguiu um jogo inteiro de boa atuação, mas vários bons ‘tempos’, o que escancara seu grande problema até agora, a instabilidade emocional do time, pesada herança da conturbada temporada anterior.

    Se pintasse um nome de responsa garantido, como um Marcelo Oliveira, até aceitaria de boa a troca – teria de ser HOJE -, caso contrário acho que o careca ainda merece sim algumas rodadas como voto de confiança.

    • Maurício disse:

      Em tempo: será que esse campeonato do Nóia vai finalmente sepultar nas cabeças mais atrasadas esse papinho furadaço de ‘oh como pode um time com folha de x milhões’ ou, pior ainda, ‘oh não pode perder pra time de série x’? Me parece mais do que provado [há tempos] que, fora da flautinha mixuruca, esses parâmetros significam cada vez menos assim que o juiz apita o início do jogo.

  7. analista disse:

    Acho que não é técnico para o Inter… Ou muda a concepção quanto aos três volantes, e a direção lhe dá peças para montar um time decente, ou…

  8. Arthur Vanderlei disse:

    Escutei agora, Antônio KKKarlos Zago caiu,

    Mas já se levantou, era simulação.

  9. CAMPEÃO DE TUDO disse:

    Se está ameaçado eu não sei, pois parece ter o respaldo da direção (até quando não se sabe), mas a torcida já está de “Zago cheio” dele!
    O discurso oficial era o de que o Charmosão e os jogos iniciais da Copa do BR serviriam para preparar o time para a Série B, criando um esquema, uma ideia de time, um padrão de jogo, etc. Pois bem, chegamos à Série B e não temos nada! Na verdade o único padrão instituído é das pardalices do “treinador” tanto na escalação quanto no esquema tático. Depois de quase 6 meses no cargo não sabemos qual é o esquema tático do Inter, nem o time titular e nem onde vai jogar cada atleta (vide Cuesta e Ernando improvisados na lateral esquerda). Sem contar o bruxismo com o Roberson!
    Bom, eu avisei no anúncio e continuo afirmando que em determinado momento vai aportar o Dr Série B por aqui.

  10. Roberto disse:

    Zago precisa de tempo para trabalhar, está trocando o pneu do carro (rebaixado) andando. E os colorados precisam acreditar no trabalho dele. Pra quem acreditou num julgamento na Suíça que nunca existiu, acreditar no Zago é moleza, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • CAMPEÃO DE TUDO disse:

      Quem esquentou o pé-frio do Abel e ganhou títulos com Alexandre Gallo. Celso Roth, entre outras nabas, até teria o direito de acreditar no Zago! Mas ter juízo nunca é demais! Não dá para ficar debochando da sorte o tempo todo!

  11. Maurício disse:

    Com essa requentada que o multi precisou dar no já chamuscado ‘leitor de jegue’, tô achando que numa dessas despirocadas do Kim Jong-un algum míssil acabou escapando em direção a Marte… kkkkkkkkkkkkkkkkkk

  12. Carlos disse:

    do BV:Há uma reportagem circulando sobre os problemas na bola aérea na zaga do Inter, colocando que 37% dos gols sofridos, com Zago, foram de bolas aéreas, e que a correção da defesa se impõe.
    Precisamos falar sobre a bola aérea, sempre lembrando que estatísticas merecem interpretações, e repetindo que, segundo elas, todos temos um testículo e um seio.
    Pois bem, no gauchão, foram 7 gols de bola aérea, dos 18 que sofremos. A reportagem claramente é tendenciosa, apontando o maior número de gols (5) quando a zaga foi formada por Ortiz e Cuesta. Aponta que Paulão participou em duas oportunidades. Não vou falar sobre Paulão, não vejo como ele possa seguir no Inter.
    A reportagem é fiel aos números, mas não é fiel ao indicar o sistema defensivo, que, para o repórter da hora, a defesa se resume a Ortiz e Cuesta.
    Pois bem, fui trabalhar e rever todos os 5 gols com a zaga Ortiz e Cuesta. E nosso problema não está ali, longe disso, bem longe disso.
    Teoricamente, são duas defesas clássicas de bolas aéreas, a marcação por zona e a marcação individual. Uma terceira é mista, com parte individual e parte por zona, dependendo do adversário.
    Zago utiliza a marcação por zona, como todos os treinadores modernos, mas usa também a mista, ou pelo menos usou contra o NH.
    A marcação funciona com bola parada, mas com bola rolando, depende do posicionamento dos jogadores; por exemplo, em um contra-ataque de escanteio, os zagueiros podem não estar posicionados porque estavam na área adversária. Mas não foi o caso, e vamos aos gols.
    O primeiro é contra o Cruzeiro, falta lateral, cruzamento no primeiro pau, defesa bem postada na marcação por zona, o adversário se adianta e Roberson não acompanha, e não corta o cruzamento. Essa é a bola mais usada contra defesas armadas por zona, e foi a bola que derrubou Roger no grêmio. Se o atacante (normalmente é atacante por ser mais alto) não cortar a bola e o adversário infiltrar, ele cabeceia, e foi o que aconteceu. Todos os demais estavam posicionados, só Roberson dá um passo a frente e não recupera a altura. Nada a ver com os zagueiros.
    Contra o Caxias, gol do baixote marcado pelo William. Não foi de bola parada, e o caxiense cruzou como quis, com todo o tempo do mundo para escolher onde mandar a bola. Parte da falha é do marcador, que deixou o atacante se distanciar, mas é muito difícil, de costas, controlar a movimentação do atacante; por isso a marcação no cruzamento deve ser mais forte.
    No Inter não é, porque Zago usa 3 homens para marcar na segunda linha, protegendo o miolo, mas as laterais ficam livres, e só há combate quando o marcador (no time do Inter, um volante), se desloca para impedir o cruzamento. Com 3, a faixa lateral do campo fica muito grande, e todos cruzam como querem na área do Inter.
    Contra o NH, tomamos 3, sendo que a reportagem conta o gol contra como bola aérea vazada pela defesa.
    Aí o baile é por conta do Beto Campos, que, analisando a marcação do Inter, viu que não acompanhava os atacantes se estivessem recuados, esperando que se projetassem, e recuou seus cabeceadores. No primeiro gol, Uendel não segura o artilheiro (e nem poderia, dada a diferença de massa), e Dourado não chega a tempo, pois está muito atrás na linha da zona de marcação, muito longe dos cabeceadores.
    Minha bronca é que já tinha ocorrido isso na bola no poste, e não foi corrigida a marcação. No escanteio seguinte, gol.
    No segundo gol, a marcação já era mista, e Edenilson e Dourado não alcançam, mas atrapalham. O erro estava em colocar Edenilson (e antes Uendel), para marcar os cabeceadores encorpados do NH. O segundo cabeceio do lance, que resultou no gol, foi falha coletiva do Carlos (acho) e do Keiller. Keiller tinha que ter saído antes, e Carlos ficou parado olhando o adversário cabecear. Cuesta está no meio da área.
    Na segunda partida contra o NH, a bola aérea deles não funcionou, e Ernando fez como Nei havia feito a nosso favor quando jogava pelo Vasco, e como o defensor do Jorge Wiltersman (acho que está errado) fez contra o Palmeiras. Bem posicionados, movimento errado.
    Ou seja, em análise mais minuciosa, os problemas não estão nos zagueiros, que ocupavam sua posição determinada pelo treinador na marcação por zona, e nenhum dos cabeceios que resultou em gol foi em confronto direto dos nossos zagueiros com os cabeceadores adversários (os que Paulão participou foram), exceto William.
    Nosso problema, na bola aérea, não são os zagueiros.

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