Edu, sobre a reforma trabalhista

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Sobre mariomarcos

Jornalista, natural de criciúma, fã incondicional de filmes, bons livros e esportes
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46 respostas para Edu, sobre a reforma trabalhista

  1. Matéria do Valor Econômico de ontem aponta que a proposta para os trabalhadores rurais inclui substituir o pagamento em dinheiro por pagamento em comida e alojamento. Mas não era para modernizar as relações de trabalho?

    • almiro disse:

      MM, complicado o assunto, em jan/. de 77, processei a banrisul corretora, sobre horas extras não pagas, na hora do homologação, o sindicato – era dos securitários – me ofereceu advogado, neguei, tinha inf. q eram venais, optei pela Dra. Elida e ganhei a causa, claro q me cobrou a comissão – 20%, acho q ela foi uma das fundadoras do PT aí no RS. Ironicamente, na mesma semana, foram cassados Glenio Peres e Marcos
      Klassman. 1977, janeiro.

  2. Fred o Calmo disse:

    Ajuda de custo não vai integrar salário
    Vai ficar mais difícil pedir equiparação salarial
    Gratificação para quem tem cargo de confiança não vai integrar salário depois de 10 anos
    Homologação de rescisão pelo sindicato deixa de ser obrigatória para quem tem mais de um ano de casa
    Demissão em massa não precisará mais ter a concordância do sindicato
    Quem aderir a plano de demissão voluntária não poderá reclamar direitos depois
    Perder habilitação profissional vai render demissão por justa causa
    Acordo poderá permitir que trabalhador receba metade do aviso prévio indenizado
    Arbitragem poderá ser usada para solucionar conflitos trabalhistas
    Contribuição sindical será facultativa
    Duração da jornada e dos intervalos poderá ser negociada
    Negociações deixam de valer após atingirem prazo de validade
    Acordo Coletivo vai prevalecer sobre Convenção Coletiva
    Quem perder ação vai pagar honorários entre 5% e 15% do valor do processo
    A isso chamam de fim da CLT, de fim dos direitos?
    Ora, por favor, senhores, menos, bem menos. Parem de tratar os brasileiros como crianças.

    • O Cara disse:

      Sério que tu não viu perdas flagrantes de direitos nessas mudança obscenas na CLT? Tu deve ser um grande empregador que quer dar uma lucrada básica em cima dos empregados. Ou é muito burro para entender o que isto significa para ti, caso tu seja empregado.

      • Fred o Calmo disse:

        Que coisa espantosa, e o burro sou eu.
        Quais as perdas flagrantes a que te referes?
        És do time dos que acreditam na Teoria Socialista da Exploração.
        Já ouviste falar nisso?
        Mais MIses, menos Marx.

      • O Cara disse:

        Primeiro responda minhas questões. Qual das duas opções tu te encaixa?

      • Fred o Calmo disse:

        Ora, se acompanhas o blog sabes que nem uma e nem outra.
        Sou mecânico.
        Mas se me achas burro, gostaria que fizesses uma demonstração que o burro não és tu.

      • Marxista-sindicalista-vagabundo,… não, pera:

        “De fato, não se pode negar que justamente no caso de troca de mercadoria presente por mercadoria futura as circunstâncias muitas vezes são aptas a encerrar um perigo de exploração monopolística dos destituídos de propriedade. Cada qual precisa absolutamente de bens presentes para poder viver. Quem não os tem, é obrigado a tentar adquiri-los a qualquer preço. Produzi-los por conta própria, as circunstâncias tornam-no inexeqüível para quem não tem propriedades, pois tal pessoa só poderia adotar um processo de produção de remuneração momentânea, que é muito pouco produtivo e nas condições econômicas modernas é quase impraticável. Por conseguinte, tal pessoa é obrigada a adquirir os bens presentes dos proprietários: ou mediante empréstimo ou com mais freqüência, vendendo seu trabalho. Nessa transação, porém, a pessoa sem propriedade entra numa posição duplamente desfavorável: desfavorável devido à situação de coação, na qual se encontra e desfavorável também devido à desproporção numérica entre os compradores e vendedores de bens presentes. Pois capitalistas que têm bens presentes para vender, há relativamente poucos, e os proletários, que são obrigados a comprá-los, são inúmeros. No mercado de bens presentes, portanto, uma maioria de compradores, em situação de coação, se defronta com uma minoria de vendedores de bens presentes – situação que manifestamente. por sua própria natureza, favorece o vendedor e desfavorece o comprador.”
        (Eugen von Böhm-Bawerk, professor de Mises e um dos principais nomes da Escola Austríaca. Teoria Positiva do Capital, Vol I.; Livro Quarto: O Juro; Seção II: A Origem do Juro, pag. 335)

  3. 66 disse:

    A que interesses esse bando de velho ladrão e sem-vergonha está agindo para querer resolver em 2 anos o que nunca tiveram iniciativa pra resolver??
    Mudanças de tamanha importância na vida do país deveriam ser discutidas, debatidas e levadas à votação por um governo legítimo, eleito pelo povo e por uma assembléia constituinte eleita especificamente com esse propósito.
    Parece piada de mau gosto ver que decisões tão importantes estão sendo tomadas por parasitas eternos do nosso sofrido país.

    • Diego disse:

      Mas quem irá tomar as decisões então? Qual político ou Partido tem condições? O PT?
      Dirceu acaba de sair da prisão, terá um post sobre isso?

  4. Maurício disse:

    Engraçado como cada lado apresenta seu arrazoado só com o que convém.
    Essa dificuldade de olhar a coisa de cima, sem filtros, desanima o debate.

  5. Colorado de fé disse:

    Gostaria que o pessoal contrario à reforma trabalhista proposta expusesse as mudanças que acreditam trariam prejuízo aos trabalhadores.

    • Fred o Calmo disse:

      Eu também, mas esperar isso é esperar demais destas mentes privilegiadas.

      • Os argumentos estão nos próprios noticiários: substituição de pagamento em dinheiro por prato de comida e alojamento, elevação da jornada de trabalho, prevalência do “acordado” sobre o legislado, entre outras.

        Por outro lado a principal vantagem que alegam que o trabalhador terá é o aumento da oferta de empregos, o que é uma mentira cuja experiência histórica é tão contundente que até o empresário gaúcho Dagoberto Lima Godoy, que defende a flexibilização, reconhece:

        “as “flexibilizações” postas em prática por diversos países não têm logrado resultados comprovados na luta contra o desemprego, que perdura elevado mesmo nos países onde mais avançaram as reformas nesse campo.” (Godoy, Dagoberto Lima. “Reforma Trabalhista no Brasil: princípios, meios e fins” – São Paulo: LTr, 2005, p.26)

        Lembrando ainda que o país referência para Temer é a Espanha cuja taxa de desempregados aumentou em 40% no primeiro ano da crise com a legislação trabalhista já flexível e que hoje, mesmo com uma segunda reforma, possui uma taxa de desempregados que é o dobro do Brasil.

      • Colorado de fé disse:

        Essa da substituição de pagamento em dinheiro por prato de comida e alojamento é uma mentira, terrorismo social, se tivesses lido o PL 6442 saberia que esta não cogita diminuir a remuneração do trabalhador em troca de casa e comida e sim possibilitar que recebam acréscimos como casa e comida, acordados previamente.
        A “elevação da jornada de trabalho”, outra mentira: não poderão ser ultrapassadas as 44 horas semanais, mas haverá possibilidade de melhores arranjos entre as partes, com maximo de 12 h/dia.
        Essas flexibilizações certamente diminuiram o desemprego e trariam crescimento econômico. Verifique como são as relações trabalhistas na grande maioria dos países em que melhor pagam pela mão-de-obra e quais seus índices de desemprego.
        Quanto à Espanha, qual era o índice de desemprego antes da reforma?

      • mariomarcos disse:

        O próprio relator disse que tem isso, sim. Há uma parte do salário e outra que complementa a remuneração. E nesta pode entrar comida, casa e outras questões típicas da atividade. Eu ouvi a entrevista.

      • Terrorismo social praticado pelos mesmos veículos de mídia que estão recebendo milhões do governo para defender as reformas? E mesmo que fosse simples “terrorismo” ele tem uma base real concreta: vivemos em um país onde, mesmo com a legislação trabalhista que está aí, ainda são resgatados trabalhadores em condições análogas à escravidão, onde os trabalhadores que possuem menos direitos são as maiores vítimas de calotes e de acidentes de trabalho, onde trabalhadores são demitidos por simplesmente se filiarem ao sindicato e cuja disposição de negociação da maioria dos empresários se restringe ao “a proposta é esta se não quiser tem uma fila lá fora esperando” ou comprando lideranças sindicais pelegas para abortar greves e assinar acordos rebaixados.

        A jornada de trabalho atual, em muitas categorias, já é violada e a proposta de flexibilização prevê a sua elevação mensal para até 220 horas! Vai aumentar no mês sem aumentar no dia? O empresário vai pagar salário, comida e alojamento para elevar seus custos quando deseja reduzí-los?

        Por que motivo as empresas não estão contratando, estão demitindo e estão ampliando suas atividades especulativas? É por falta de demanda devido à crise e não pelo suposto elevado preço da força de trabalho (que na indústria brasileira já é menor do que na China). Sem demanda o empresário não vai contratar para produzir mesmo com mão-de-obra gratuita porque sabe que estoque é custo. A função das empresas é gerar lucro. Na melhor das hipóteses vão embolsar a diferença como fizeram com as desonerações fiscais dadas pelo governo Dilma ou podem até embolsar e demitir como fizeram as montadoras em 2011.

        A Espanha foi muito celebrada por suas reformas liberais, incluindo a do mercado de trabalho, até a crise financeira estourar. E somente no primeiro ano após a eclosão da crise o desemprego lá aumentou em 40%! Relatório da OIT aponta que, em meio a crise, o desemprego aumenta mais rapidamente nos países de legislação flexível do que nos que possuem uma legislação mais rígida. Hoje, mesmo após uma segunda reforma trabalhista, o desemprego da Espanha é superior a 20% – índice muito alto apesar da fraude estatística do governo de lá que tenta puxar para baixo.

    • Colorado de fé disse:

      Sim, terrorismo social.

      Os casos que mencionas, são e continuarão sendo protegidos pela legislação: se a pessoa for demitida por se filiar a sindicato ou por qualquer outro motivo, o seu empregador arcará com os custos rescisórios e terá ainda de treinar outro colaborador para a função vaga. A pessoa terá o seguro desemprego durante 5 meses ou até arrumar novo emprego. Se sofrer acidente de trabalho terá o auxílio do INSS. Com o fim da contribuição sindical obrigatória, pode ser que surjam sindicatos que de fato sirvam aos interesses dos sindicalizados e não aos próprios, mas por hora eles não serão comprados por empresários. Problema mesmo é vivermos em um país onde metade dos trabalhadores não tem a proteção de direito algum, são informais, não têm a proteção previdenciária e recebem rendimentos muito abaixo do salário mínimo. Isso em grande parte se dá pelo desequilíbrio da CLT, que acaba levando empregadores a contratar informalmente, independentemente do que eu ou tu julguemos ser correto.

      Temos que investir na qualificação da nossa mão-de-obra e incentivar a criação de empregos, isso sim trará melhores condições às pessoas e permitirá que busquem melhores colocações disponíveis de acordo com sua qualificação e interesses. As empresas precisam de bons colaboradores, mas os empregos não caem do céu. A facilidade em fazer negócios é o que garante direitos aos trabalhadores.

      Elevação da jornada para 220h?? Já são 220 h!

      As empresas não estão contratando pq estamos vivendo a maior crise econômica desde a década de 30, isso é evidente. Mas menores custos trabalhistas(muitos ocultos) incentivarão os empresários a contratar, há muita demanda reprimida, vivemos também uma crise de confiança. Isoladamente a reforma trabalhista não destravará a economia, mas ajuda. E vai melhorar a vida do trabalhador.

      Embora a Espanha não seja exemplo de legislação a ser buscada, até pq era e continua sendo um dos países com a legislação trabalhista mais rígida da Europa, a reforma trabalhista que flexibilizou um pouco as relações de trabalho por lá surtiu efeito positivo. O índice de desemprego era de 23% antes da reforma. Logo após a reforma houve aumento no desemprego(que muitas fontes alardeiam ser o índice atual), devido à diminuição dos custos rescisórios. Mas a retomada do crescimento econômico no país rapidamente diminuiu este índice que hoje é de cerca de 18%. Cabe lembrar que a crise na Espanha começou em 2008, sendo que entre 2009 e 2013 a economia caiu quase 9%. Em 2014(a reforma foi feita em 2012) a economia começou a se recuperar e houve crescimento de 1,4%, seguidos de 3,2% em 2015 e outros 3,2% em 2016.

      • Mas que terrorismo social é este em que os próprios veículos comprados pelo governo divulgam?

        Você precisa sair do país do papel e entrar no país da vida real! Nele, empresas demitem trabalhadores por sindicalização, mascaram o motivo e nada acontece com elas! Nele, patrões coagem funcionários a não aderirem a greves e atividades sindicais, ameaçam, chantageiam e nada acontece com eles! Nele, são os trabalhadores com menos direitos que são os que mais sofrem acidentes de trabalho – e não é em todos os casos que o INSS assegura não – e, principalmente, quando terceirizados são caloteados e ameaçados de não assumir na empresa “nova” caso entrem na justiça. Sem falar nos casos de trabalho escravo que ficam impunes, nos patrões que armam milícias para impedir a entrada e até atirar nos Fiscais do Trabalho! Este é o Brasil real! E é neste cenário que se alardeia que ocorrerá “negociações” diretas entre empregadores e empregados! Contudo isso ainda querem nos convencer de que esses tipos estão defendendo uma reforma para melhorar a vida do seu trabalhador e que só não fazem isso agora porque a CLT não deixa! Por favor, não debochem da nossa capacidade cognitiva!

        Eu sou contrário ao imposto sindical e defendo mudanças profundas na estrutura sindical do país, principalmente no combate à pelegada, mas a proposta de reforma não resolve este problema e nem facilita a organização do trabalhador.

        Sim, temos que investir na qualificação da mão-de-obra, mas como se a PEC dos Gastos limitará ainda mais os investimentos em educação e pesquisa? As empresas, que estão buscando reduzir custos, vão fazer? O trabalhador, ainda mais barateado, vai tirar do próprio bolso? E com que tempo trabalhando 12 horas por dia? Ou com uma reforma do Ensino Médio que vai colocar o ensino noturno em risco de extinção? Há trabalhadores informais e então resolvemos jogando os formais nas condições dos informais?

        O problema é que a questão do desemprego não se resolve simplesmente barateando ainda mais a mão-de-obra! Aliás é até curioso defender que se vai aquecer o mercado interno diminuindo a renda do trabalhador! A experiência histórica é farta em demonstrar a falha dessa medida ao ponto de empresários minimamente honestos intelectualmente como o Godoy que citei reconhecer. Se ela é incapaz de resolver o problema em tempos de normalidade e até bonança econômica não seria em tempos de crise que resolveria. Por isso citei a Espanha, que ao contrário do que você disse agora, era celebrada até pelos liberais mais exigentes como “sucesso de reformas liberais”, o que incluía o seu mercado de trabalho. Mas como essa gente é oportunista bastou a maionese desandar para que o país passasse a se transformar em intervencionista odioso e até socialista (tsc!). Apesar do crescimento econômico (obtido em boa parte graças a inclusão de atividades ilícitas cujo mercado não entrava nas estatísticas antes) o que muitos espanhóis estão denunciando é que os dados do governo não levam em conta os que desistiram de procurar empregos, assim como aqueles que deixaram o país (omissões que obviamente fazem descer um pouco a taxa de desempregados). Mas para não ficar apenas na Espanha, em 2010 a OIT divulgou um relatório em que concluía que o desemprego se agravava mais nos países de legislação trabalhista flexível do que nos de legislação mais rígida.

        Em suma, os fatos, e os dados estão aí, para quem quiser se apropriar. O resto é discurso vazio, ideológico e que visa apenas encobrir os reais interesses e/ou beneficiados. Alguns acreditam de forma ingênua, outros são malandros. Vivemos em um país em que um integrante do MBL pede dinheiro na internet para seguir vivendo de provocação, que segundo ele não é lucrativa, e este mesmo elemento se acha no direito de chamar quem trabalha de vagabundo.

      • Colorado de fé disse:

        “Mas que terrorismo social é este em que os próprios veículos comprados pelo governo divulgam? ”

        Queira me apontar onde consta na PL6442/2016 que o salário poderá ser substituído por prato de comida e alijamento. Dica para os preguiçosos que preferem comer na mão da carta capital a se informar por conta própria: vão direto pro § 4 do artigo 16.

        Estou vivendo no mundo real há bastante tempo. O suficiente para ter visto empregadores canalhas e outros não e não cair nessa conversa de que todo patrão é burguês explorador. Exclua bancos, grandes empreiteiras e alguns poucos grupos detentores de grande capital e restará uma infinidade de micro, pequenas e médias empresas que geram a grande maioria das ofertas de trabalho do país. Tu quer combater abusos de meia dúzia de bancos e empreiteiras ferrando todas as demais? Temos que permitir que as empresas prosperem e incentiva-las.

        Essa CLT que tanto defendes não permitiu que se criasse esse quadro que te indigna? Pq te agarras tanto numa legislação que como tu mesmo afirmas não garante tranquilidade aos trabalhadores, neste “Brasil real”?

        No Brasil que eu conheço um trabalhador que custa R$ 3.000,00 para a empresa fica no fim do mês com R$1.000,00, tu achas que isso é bom? Isso não é um tremendo desestimulo pra produzir bem? O dinheiro para pagar os salários vem da produção, não?

        Te garanto que a grande parte dos empresários gostaria de entregar maior parcela desses 3k na mão do seu funcionário e vê-lo produzir mais e crescer junto da empresa.

        Vejamos exemplos de outros países. Qual país com legislação trabalhistas rígida que é bom pra se trabalhar na tua concepção?

        Eu citaria como exemplos positivos alguns países que não tem leis que protegem os empregados, mas onde todos querem trabalhar. Não te causa espécie que não haja americanos abandonando um sistema que não lhes garante aviso prévio, décimo terceiro e etc para irem buscar proteção trabalhando no México, onde a legislação é hiper-protetiva aos trabalhadores? Pq não vemos ingleses buscando emprego em Portugal? Pq indonesianos que tem a mais rigorosa e protetora legislação trabalhista do planeta preferem migrar para Austrália, Malásia ou Nova Zelândia pra fugir da miséria? Sabemos que os fluxos são exatamente contrários.

        Te equivocas em tua análise da Espanha, “a maionese começou a desandar”em 2008, com o estouro da bolha imobiliária, ou seja, bem antes da reforma, que ocorreu em 2012. Embora já tenha escrito que a Espanha nunca poderia ser vista como liberal quanto à legislação trabalhista. Pode ser exemplo pro Temer, talvez por ter sido feita reforma recentemente.

        Tu fala em diminuição da renda do trabalhador, de onde tiraste isso? A tendência é exatamente oposta!

        Sobre a PEC dos Gastos limitar ainda mais os investimentos em educação e pesquisa não dá se pra afirmar isso agora, pois dependerá do cenário(grande ou pequeno crescimento) nos próximos anos para saber se aumentarão ou diminuirão as verbas. Embora que com o piso de investimento não haja espaço para dramáticas reduções nos investimentos na área, bem como na saúde. E não achas bom que o governo pare de gastar mais do que arrecada?

        Para finalizar, diferentemente de ti, não rotulo aqueles de quem divirjo. Seja de ingênuo, malandro, ignorante, massa de manobra de sindicato, ou qualquer outro adjetivo.

  6. Carlos disse:

    as reformas só beneficiam os empresarios, que ja deitam e rolam encima dos trabalhadores, e agora vão poder deitar, rolar e enterrar, só não ve quem não quer ou tem algum interesse…e esses joguinhos psicologicos que agora toda a midia ta fazendo como ” se não tiver reforma o país vai quebrar” para empurrar reforma goela abaixo. O brasil ta quebrado faz tempo e não é essas reformas com segundas intenções que vai resolver e mais, sera que a população não tem a capacidade de decidir o que é melhor para si?? precisa que um congresso cheio de criminosos e corruptos ditem as regras?? e todos são , direita esquerda , situação, oposição, PT, PMDB, PSDB….quem defende algum desses lados é no minimo do nivel da politicagem que defende, são larapios e mal intencionados e cumplice da gangue depreda e destroi o Brasil, da licença, fiquem quietos, quanto mais falam mais fede…

  7. Você não tem vergonha de compartilhar um vídeo em que a pessoa começa dizendo que 50 mil nas ruas só de Porto Alegre, sem falar nas demais cidades (incluindo interior) foi um protesto com meia dúzia de gatos pingados? Que tenta transformar em petistas todos os que aderiram e que tenta colocar a pecha de “fascista” nos direitos que os trabalhadores já tinham como pauta desde o século XIX? Sucesso foi o ato da turma do Kim Kataguiri em defesa das reformas de Temer, esses sim angariaram milhares né!

    • Fifaldino disse:

      Jorge…. o cara posta videozinho porque não tem capacidade para debater o que foi exposto na tua resposta. Taí a razão dele defender as “reformas”. Ele simplesmente não as entende.

      Aliás… tá bem ilustrado o porquê desse tipo de gente votar no Jardel.

    • Maurício disse:

      Quer assunto… Vácuo nele!

    • mariomarcos disse:

      Eu eliminei o vídeo. Primeiro, porque já é uma regra do blog. Segundo, porque nas raras exceções é preciso ter alguma qualidade, o que não é o caso em questão. É mais uma daquelas típicas representantes da direita, seguidora do MBL, aquele centro de inteligência. Não dá para aguentar. É aquele mesmo discursinho preconceituoso de sempre.

  8. Uma dica: quem continuar tentando interpretar a realidade brasileira pela ótica do “coxinhas” versus “mortadelas” não só não vai conseguir dar uma explicação satisfatória como não está entendendo realmente o que está acontecendo no país. Em suma, quem quiser explicar a realidade brasileira pela ótica de itens alimentícios só vai ter dor de barriga!

  9. Carlos disse:

    tu votou no Jardel???

  10. Carlos disse:

    tu votou no jardel??

  11. Fred o Calmo disse:

    Bá, larguei vocês.
    Ah! Após reticências não é usual o uso de maiúscula.
    Qual o direito foi retirado?

  12. Ricardo - DF disse:

    Bá, a argumentação de alguns aqui vai na seguinte linha:
    – não vejo no que o cara foi prejudicado
    – mas o cara morreu !!!
    – sim, mas onde ele foi prejudicado ?

  13. Rafael disse:

    Quando uma opinião divergente mas respeitosa é censurada, escancara a real índole de quem tem um mero naco de poder.

    • mariomarcos disse:

      Não entendi. Não vetei nenhum comentário teu. A única coisa que cortei foi um vídeo, até porque raramente libero vídeos, como disse claramente há muito tempo.

      • Rafael disse:

        Eu enviei um comentário. Se não foi censura, pode ter ocorrido algum problema técnico. Aceito tua explicação.

      • mariomarcos disse:

        Há pouco, outro leitor de alguma dificuldade. Por vezes, é algum problema do provedor. Foge ao meu controle.

  14. Jorge Nogueira disse:

    Não estou conseguindo postar Mário, já tentei várias vezes!

  15. Jorge Nogueira disse:

    E quando eu tento novamente diz que eu já fiz aquele comentário.

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