Da série ‘Perguntar não ofende’

A confirmação do Estádio Centenário, em Caxias, como local da decisão do título do Gauchão, no próximo domingo, beneficia o Inter de alguma maneira, ou o fato de o Novo Hamburgo ter jogado cinco vezes contra a dupla Gre-Nal sem perder (quatro empates e uma vitória), uma delas diante das 43 mil pessoas que estiveram no Beira-Rio no último domingo (foto), mostra que para o time do vale o estádio da partida é indiferente?

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Sobre mariomarcos

Jornalista, natural de criciúma, fã incondicional de filmes, bons livros e esportes
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10 respostas para Da série ‘Perguntar não ofende’

  1. 66 disse:

    Não existe benefício nenhum.
    Aquela pocilga do Novo Hamburgo não tinha a menor condição de receber uma final de campeonato.
    Ninguém comentou mas em 2013, naqueles jogos do Inter em NH pelo Brasileirão, teve um acidente naquelas arquibancadas móveis, porque a torcida ficava pulando.
    Imagina o risco que a torcida correria com o estádio cheio.

  2. Maurício disse:

    Alternativa 2, ‘para o time do vale o estádio da partida é indiferente’. O Nóia sabe ignorar a torcida adversária, quem sabe até por desconhecer o valor de ter uma torcida a favor. O retrospecto garante que será mais um enfrentamento de igual pra igual decidido no detalhe.
    Penso que a questão do goleiro, se bem [e legalmente] explorada por eles, pode ser decisiva, inclusive em caso de pênaltis.

    A despeito de regulamento, pressões, priorizações, preterições e tudo mais [que existe desde sempre], foi um bom Gauchão, e se encaminha para uma decisão totalmente em aberto. Como já disse, a única coisa que se sabe é quem não será campeão.

  3. analista disse:

    Prejuízo tem o Inter que vai jogar com goleiro LESIONADO… V Á R Z E A!!!! Pode entregar a taça pro Grêmio, digo, NH!

  4. Maurício disse:

    Contrariando o que postei ontem, que o Paulão teria marcado contra no jogo-treino, o GloboEsporte descreveu o lance como gol do meia xavante Juninho.
    Paulão é seleção.

  5. Fifaldino disse:

    O Noia já provou que fator local não altera em nada seu futebol. Tanto é que ainda não perdeu para o próprio Inter em lugar algum este ano. O resto é choro de quem nem ao menos está na decisão. Então, ó…….. shhhhh!! Que fiquem bem quietinhos lá no “cantinho do castigo”.

  6. Rodrigo R. disse:

    Hoje faz 36 anos do primeiro título oficial grande do futebol gaúcho, a vitória do Grêmio sobre o São Paulo no Brasileirão de 1981 dentro do Morumbi lotado, e a primeira volta olímpica lá dentro, 20 anos antes da segunda volta olímpica no Morumbi, depois de bater o Corinthians. Nada de jogar em casa e fugir da casa do rival, nada de jogo único em casa, nenhum desequilíbrio no fator local, lá e cá. Um título que orgulha todo o RGS, e depois se confirmaria que só Grêmio no RGS ganha títulos na casa do adversário – é preciso camisa pra isso.

    Antes daquele Brasileirão/1981 pioneiro, o tricolor vivia de ruralitos, que por isso tinham valor. Mas como é natural a um time grande, os inúmeros títulos, inclusive gaúchos, reduziram o menor, o ruralito, a nada. É claro que para times que nunca ganharam o ruralito não pode ser assim, as coisas começam no ruralito. Quando o clube ganha alguns e cresce ele deixa de lado o ruralito, o comemora cada vez menos – e se comemora ainda não cresceu, ainda é pequeno e com pequenas ambições.

    O Grêmio é o RGS na Libertadores!
    Todos os gaúchos torcendo para o gigante tricolor brasileiro logo mais!

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