O alerta de Renato

No espaço de quatro dias, o Grêmio terá dois jogos importantes.

Nesta quinta-feira, contra o Guarani, no Paraguai, pela Libertadores. O grande objetivo é continuar somando pontos para assegurar a classificação sem sustos.

Retorna na madrugada de sexta, descansa durante o dia, faz um treino leve na manhã de sábado e domingo decide a classificação para a final do Gauchão contra o Novo Hamburgo. Em desvantagem, já que ficou no empate em 1 a 1 na Arena e vai precisar vencer ou empatar por mais de um gol no Vale.

Por isso, Renato teve uma longa conversa com os jogadores para lembrar que, mais do que nunca, será preciso concentração máxima para evitar as falhas mostradas pelo time em parte dos jogos contra Iquique e Novo Hamburgo.

– Faltou foco – repetiu Renato na entrevista. – Não tirando os méritos dos adversários, mas os três gols que sofremos (dois do Iquique, um do Novo Hamburgo) foram por falhas nossas. Temos que ter atenção total, concentração nos 90 minutos, pois um jogo vale a liderança no grupo da Libertadores e queremos o maior número de pontos por conta da classificação, e no outro, se não conseguirmos o nosso objetivo, estamos fora do campeonato. É o preço que se paga por trabalhar num clube como o Grêmio, que disputa mais campeonatos que um time do Interior. É complicado atuar no Paraguai. Não podemos dar mole.

O Grêmio viajou às 23h de terça-feira para Assunção, em voo especial, e volta logo depois da partida.

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Sobre mariomarcos

Jornalista, natural de criciúma, fã incondicional de filmes, bons livros e esportes
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4 respostas para O alerta de Renato

  1. Maurício disse:

    Temos que ter atenção total, concentração nos 90 minutos, pois um jogo vale a liderança no grupo da Libertadores e queremos o maior número de pontos por conta da classificação, e no outro, se não conseguirmos o nosso objetivo, estamos fora do campeonato.’
    O homem é um visionário.

  2. Maurício disse:

    “Abriram uma porta e, quando eu entrei nessas escadas que eu não conhecia, começaram a me chutar, colocaram gás de pimenta na minha boca, abriram a minha boca, não foi nos lábios, colocaram dentro dos meus olhos, dos meus ouvidos, e daí eu não enxerguei mais nada. Eles apoiaram em mim os papelões e começaram a me chutar. Eu tava gritando e babando. Quando eu fui arrastado, eram quatro brigadianos. Eu me senti torturado, lembrei da ditadura”

    Assustador o relato do torcedor agredido na arena OAS. Até técnica de bater sem marcar foi usada. Tinha visto o vídeo no facebook mas não entendi bem – e sigo sem entender – qual foi o delito que ele cometeu, mas pra mim ficou evidente o abuso tanto dos seguranças como da BM.

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