Palavra de Antônio Carlos

Antônio Carlos viveu um curto período de paz com a torcida. No sábado, voltou a ouvir vaias e chegou a ser xingado quando substituiu Nico López, um dos destaques do time. Venceu o Caxias na primeira semifinal, vai decidir no Centenário, mas se queixou do calendário e do desgaste provocado por tantos jogos importantes em curtos períodos.

– É o quarto jogo seguido. Dois contra o Cruzeiro, Corinthians e agora Caxias. Quarta tem de novo (decisão com o Corinthians em São Paulo, pela Copa do Brasil). Tivemos um dia de descanso, três dias entre um jogo e outro, não se recupera totalmente. Mas quem quer ser campeão de tudo tem passar por isso. Perdemos um jogador já no aquecimento (Edenílson sentiu dor muscular e, apesar de o exame não mostrar gravidade, segue como dúvida para os jogos da semana). Temos um período curto de recuperação. No segundo tempo, com um homem a menos, fez diferença. Os jogadores tiveram de correr ainda mais. Mas é o campeonato que temos. Não sei o que vamos fazer caso Edenilson não jogue. A partir de segunda, poderemos dizer algo. Ele não vinha jogando muito na Itália e aqui teve sequência maior, acabou sentindo.

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Sobre mariomarcos

Jornalista, natural de criciúma, fã incondicional de filmes, bons livros e esportes
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16 respostas para Palavra de Antônio Carlos

  1. analista disse:

    Insistir com Brenner e sacar Nico foi errado, de novo… já fora assim contra o Corínthians… Esse tipo de substituição, num momento em que o uruguaio era a única peça que fazia algo diferente, é a tal que queima o treinador…

  2. Maurício disse:

    ‘Não sei o que vamos fazer caso o Edenílson não jogue’… Puxa, agora senti firmeza!

    • Fifaldino disse:

      Olha…. vou mandar currículo me apresentando como treinador. Tá loco!!! Ehehe….

    • Filipe disse:

      Acho que o Zago tentou desconversar quando perguntado sobre a falta do Edenilson e sua possível solução para o problema, não me parece que ele não faça ideia do que fazer e sim que quer fazer mistério, afinal nesse jogo ele já jogou sem o Edenilson. As opções óbvias seriam: Gutierrez na do Uendel, que volta pra lateral (Carlinhos não joga) , com Anselmo, Roberson ou Alguma surpresa no outro lado, acredito em Roberson, pois este volta para marcar mais que Valdívia por exemplo, e por aquele lado o Arana joga bastante. Salvo alguma invenção do mesmo gênero que ele fez com Uendel e Carlinhos, tentar algo com Junio/Alemão/Ceará e Wiliam, na direita, já que o William já andou sendo usado na meia. (espero que não seja essa a solução)

      • Maurício disse:

        Óbvio né, mesmo que não soubesse nunca seria tão imbecil a ponto de admitir publicamente.
        Certo que o ’12º titular’ Loverson estará no time.

  3. Fifaldino disse:

    Por mim poderiam colocar uma galinha cacarejando durante os 90 minutos e nem assim eu sentiria saudade do Brito. Sem chance. Tá loco!!

  4. Marcelo - Rio de Janeiro disse:

    O Zago tem que lembrar que não é mais o técnico do Juventude! Ficar insistindo com Roberson e Brenner, mesmo quando estão mal? Sacar o Nico em todos os jogos? Quando vier o Potker, o ataque é ele e Nico! Essa briguinha com o médico do Caxias mostrou que Zago ainda não esqueceu do Juventude.

    • analista disse:

      Concordo. Mas o Roberson tá merecendo um votinho de confiança… acho que será um jogador bastante útil como peça do elenco… tem alguma qualidade, vai pra cima, não se intimida… enfim, um jogador razoável se escalado como meia-atacante…

      • Maurício disse:

        Não se intimida? Já flagrei algumas boas vezes em que diminuiu o ímpeto pra não dividir bola, aliás uma marrequice que destoa do restante do grupo.
        Não discordo que seja bom jogador pra grupo – tem tido mais valor que o Seijas, por exemplo – mas o problema é ser sempre a primeiríssima opção do treinador.

  5. 66 disse:

    Apenas e tão somente pelo futebol apresentado e como futebol é momento, HOJE não existe a menor justificativa para o Roberson estar na frente do Nico Lopez. E olha que eu não vejo nada de mais no Nico. Mas o Roberson tem uma enorme dificuldade com a bola no pé. O negócio dele é dentro da área. Entre ele e o Nico, quem tem que sair é o Roberson.
    E o Brenner, que no momento, não passa por uma boa fase, tem crédito para ser mantido como titular. E um centroavante típico. Na hora certa vai voltar a fazer gol. Não dá pra tirar a confiança dele na hora decisiva.
    Pelo menos uma vez o Zago podia tentar um ataque sem o Brenner e o Roberson, com Nico, Valdivia e Carlos.
    Só se ele não confia na recomposição desses três, no auxílio ao meio-campo e ao sistema defensivo. Acho que eles não jogariam muito diferente do que já jogam normalmente.

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