O homem que largou tudo para viver entre os pobres

Eduardo Marinho nasceu em família de classe média alta, estudou em bons colégios, iniciou carreira militar, foi bancário, entrou para a Universidade, mas um dia decidiu largar tudo. Enquanto a família rompia com ele, Eduardo começava uma nova fase de vida, morando em comunidades pobres, usando sua arte para se sustentar.

Virou palestrante, onde explica seu modo de vida e passa lições que julga fundamentais. O vídeo abaixo foi sugerido por Kiko Marques, um dos leitores do Blog. Nem todos vão concordar com os argumentos, mas vale a pena assistir, ouvir com atenção e pensar no que Eduardo propõe como filosofia de vida:

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Sobre mariomarcos

Jornalista, natural de criciúma, fã incondicional de filmes, bons livros e esportes
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16 respostas para O homem que largou tudo para viver entre os pobres

  1. Papa Charlie disse:

    Interessante pq eu já vivo entre os pobres faz décadas! Devo deter algum recorde de desprendimento/rompimento material…

    • Fred O Calmo disse:

      Somos dois.
      E nunca tive essa visão romântica da pobreza.
      Tavez por nunca ser o riquinho da turma.
      O que me chamou a atenção foi como uma sólida formação familiar e militar pode ajudar na hora do aperto. Mesmo aqueles que desprezam a família ou a rejeitam.

      • Papa Charlie disse:

        Faço minhas as tuas palavras. Aliás, amadureci em 2 anos na caserna o que não aconteceu em 10 fora. Ops… Não deveríamos falar isso aqui…

    • Fred O Calmo disse:

      É, acho mais adequado não tocarmos nisso.
      Onde serviste?

      • Papa Charlie disse:

        EsPCEx e AMAN, e tu?

      • Papa Charlie disse:

        Seremos banidos! EsPCEx e AMAN. E tu?

      • Fred O Calmo disse:

        Falecido 18RI em Porto Alegre.
        Fui um réles infante e sequer cheguei a cabo (hehehe)
        Não fui aprovado no exames da Aman.

      • Papa Charlie disse:

        Putz, venderam o quartel pra PUC e foram parar em São Leopoldo. Meu certificado de reservista diz “Cabo da arma de Infantaria”. hehehe Rainha das Armas. Fui até o básico lá. Arrependimento me mata. Linda carreira a das armas. Um dia ainda valorizarão os Militares e a polícia deste país.

      • Maurício disse:

        Também fui um infante e, mesmo não tendo sido voluntário, curti demais a experiência e posso afirmar que devo boa parte do meu amadurecimento à caserna.
        Não entendi o porquê de não ‘dever falar sobre isso aqui’, muito menos o ‘seremos banidos’. Nunca vi qualquer manifestação do blog contra o serviço militar regular.

      • mariomarcos disse:

        Nem eu. É aquela história: o sujeito vem com seus conceitos formados e lê o que sua cabeça dita.

      • Rafael disse:

        Um dos resquícios mais danosos do período de exceção foi essa associação quase que obrigatória entre militares e reacionarismo, de um lado, e perseguidos e democracia, de outro. A narrativa prevalente até o momento é de que os subversivos ao regime lutavam pela democracia. Nada mais falso. Lutavam, isto sim, pela implantação de outra ditadura, só que de viés socialista. O que tivemos em verdade foi uma contrarrevolução, com todos os excessos que se seguiram, mas absolutamente menos traumática do que se o grupo subversivo tomasse o poder.

      • mariomarcos disse:

        Lutar contra um regime é uma coisa, implantar outro é bem diferente. A Resistência Francesa teve gente de todas as ideologias, boa parte comunista, e nem por isso pensavam em implantar o comunismo na França. Lutavam contra o nazismo e só. Por fim, por que estão discutindo militares num vídeo em que o autor só cita que fez carreira militar? Mais uma vez, o pessoal lê o que não está escrito ou vê o que a imagem não mostra.

      • Maurício disse:

        Me parece haver vários resquícios muito mais danosos que esse.

      • Rafael disse:

        Por isso que falei em “um dos mais”. Não tenho pretensão de esgotar o assunto.

      • Maurício disse:

        Sim, entendi e tô discordando de ti.

  2. Casio Rabello disse:

    Menos fé a cada dia…

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