Na Venezuela, Grêmio dá a largada na Libertadores

Encontro marcado para a torcida do Grêmio: a partir das 19h30min desta quinta-feira, o time estreia na Libertadores e parte para a esperança de avançar até a disputa do título. O adversário será o Zamora, na Venezuela.

Quem não quiser ficar em casa, tem uma boa opção. A Arena fará a chamada Fan Fest na Esplanada Oeste do estádio, com telão especial e promoções que começam às 17h e só terminam depois da partida. No evento, o clube exibirá pela primeira vez as novas camisetas produzidas pela Umbro.

Na distante Barinas, na Venezuela (foto), Renato faz mistérios sobre a escalação que estará em campo. Na zaga, em lugar de Pedro Geromel, deve jogar Thyere, zagueiro que sempre teve bom rendimento quando foi utilizado. No lugar do capitão Maicon, segue Michel. E no ataque, a dúvida continua entre Lucas Barrios e Pedro Rocha.

O mais provável é que Barrios siga na reserva, ao menos durante o primeiro tempo, como aconteceu no Gre-Nal do último sábado.

Em Porto Alegre, o clube confirmou a contratação do zagueiro Bruno Rodrigo, ex-jogador do Cruzeiro. É uma emergência, já que o time ficará sem Geromel por no mínimo duas semanas. Além disso, inscreveu o meia Gata Fernandez, reforço para a Libertadores.

O jogo começa às 19h30min.

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Sobre mariomarcos

Jornalista, natural de criciúma, fã incondicional de filmes, bons livros e esportes
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21 respostas para Na Venezuela, Grêmio dá a largada na Libertadores

  1. Adilson disse:

    Mario Marcos o nome do reforço do Grêmio é Gastón Fernandez, e esse apelido “gata” funciona em castelhano ou espanhol mas em português não, OK ?

  2. Ricardo disse:

    Acho que não vai dar nem pra saída ehehehehehehe…

  3. FabioTriTricolor disse:

    É noite de libertadores!

  4. Fred O Calmo disse:

    Oportunidade de divulgar a marca Grêmio.
    Basta distribuir papel higiênico e outros artigos de primeira necessidade com a logomarca do clube, entre os curiosos que forem conhecer os jogadores.

    • Ricardo - DF disse:

      Incompetência do regime esquerdista ou resultado de uma guerra e boicote de empresários e mídia ?

      • Fred O Calmo disse:

        Podes escolher a tua opção, a minha é a primeira.
        E fico com ela apenas olhando a história; onde um regime socialista produziu algo além de fome e morte?
        Pobre Venezuela.

      • Nean Dertal disse:

        Cuidado, esse blog é democrático, desde que não se critique o socialismo. Mas vamos ver se aparece alguém para responder tua pergunta. Acho difícil.

      • mariomarcos disse:

        De onde tiraste isso? O teu comentário já é uma prova de que estás equivocado, o do Fred é outro e mais uns tantos por aqui. Cada um escolhe o lado em que se sente mais confortável. Podes discordar, debater, expor tuas ideias, mas é preciso sempre evitar medir os outros de acordo com suas próprias medidas, como li certa vez.

      • Fred O Calmo disse:

        Nean Dertal, eu também duvido que apareça.
        É mais fácil lembrar que estamos falando de futebol.

      • Fred O Calmo disse:

        Onde meu comentário está equivocado?

      • Nean Dertal disse:

        Sim. É só textão e nada da resposta.

    • Guasca disse:

      Papel higiênico com logo do tricolor?

    • mariomarcos disse:

      Pensei que eu tinha feito um post sobre futebol.

    • Ricardo - DF disse:

      Bem, sempre que um regime tenta fazer uma distribuição de riquezas, beneficiando os mais pobres, vem a reação das velhas oligarquias. A reação é tanto mais acentuada quanto maior a distância entre ricos e pobres. É o regime que não funciona ou é a sabotagem que o inviabiliza ? A resposta não é simples. Países como a Noruega tem um bom nível de vida para todos, baseados em princípios de igualdade entre as pessoas mas, sobretudo, num proximidade entre poder público e população que os paises subdesenvolvidos mal podem sonhar. Aqui, como dizia o Veríssimo, é como se o governo fosse um clube, cheio de privilégios, cercado por um muro alto, onde muitos querem entrar. Lá dentro, entretanto, esquecem rapidamente o que acontece lá fora e querem apenas usufruir dos seus privilégios.
      Para o nível de desenvolvimento humano atual, os regimes onde reina a competição acabam se impondo sobre os que tentam se basear na cooperação.
      A grande rusga entre Trotsky e Stalin era a visão estalinista de “socialismo em um só país”, a qual se opunha Trotsky, que não via possibilidade de um socialismo isolado prosperar. O tempo mostrou que Trotsky tinha razão.
      Os problemas atuais não impedem de imaginar que, numa sociedade mais evoluída, o regime de cooperação, e não o de competição e exploração, seja dominante.

  5. Ricardo - DF disse:

    Interessante a idéia de colocar o telão e chamar a torcida para a Arena.

    O apelido do Fernandez é muito estranho mesmo. Melhor seria chamá-lo apenas de Fernandez, mas duvido que vão deixar o cara em paz.

    Tava procurando uma explicação para o apelido e caí num blog do globo esporte. Umas 500 mensagens zoando com apelido dele. Enfim, se jogar bem, o que eu particularmente tenho dúvidas, é o que conta.

    Maicon e Ramiro, Fernandez, Bolanos e Luan, Barrios. Fica muito faceiro esse meio/ataque ?

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