Em uma sala de aula

(Esta é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com episódios do Brasil atual talvez não seja mera coincidência)

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Sobre mariomarcos

Jornalista, natural de criciúma, fã incondicional de filmes, bons livros e esportes
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9 respostas para Em uma sala de aula

  1. Campeão FIFA disse:

    Como que uma idiota dessas ainda pode gravar isso. GOLPE MILITAR JÁ, pra acabar com essas liberdades.

  2. Rafael disse:

    E pensar que fizeram esse vídeo para combater o projeto.

  3. Fernando Martini disse:

    Os alucinados falando em golpe militar, enquanto os militares estão tentando manter pelo menos os direitos que ainda não foram tirados em 2001 pelo FHC.

    É muita loucura…

    O vídeo é besta também. É o uso do “reductio ad absurdum”.

    Talvez o movimento escola sem partido tenha errado em seus primeiros passos, mas o debate político nas salas de aula tomou proporções alarmantes.

    Só a velhinha de Taubaté ainda acredita que todos professores são profissionais apaixonados pela arte de ensinar… Quem já se ligou, percebeu que inescrupulosos discentes usam seus alunos como massa de manobra, seja através de movimentos estudantis ou da doutrinação política. Isso não pode ser.

    Claro que um adolescente não é uma coisa frágil, mas é influenciável. O problema é que nem quem propõe o Escola sem partido, e nem os seus opositores, são santos. São todos políticos com a cabeça na guerra fria, preocupados mais com o seu umbigo e em mamar nas outrora gordas tetas da viúva.

    • Fernando Martini disse:

      Não generalizando os professores… Ainda penso que a maioria seja vocacionada, entretanto as péssimas condições de trabalho estimulam a politização, insatisfação e sindicalização. O que acaba sendo transmitido, mesmo que indiretamente em sala.

  4. Para quem acredita que os integrantes do “Escola sem Partido” desejam apenas garantir a pluralidade de ideias nas escolas sugiro que assistam ao debate do Marcel van Hattem com a professora Helenir Aguiar. Lá pelas tantas no programa o jornalista questiona o jovem deputado como o professor poderia proceder em sala de aula em relação a um aluno cujos pais, e ele próprio, defendem a ditadura brasileira. Na resposta a sugestão de Van Hattem passa longe de qualquer neutralidade: ele simplesmente defende que nesse caso, o professor deveria celebrar o livre mercado!

    Cabe lembrar que como o PL do “Escola sem Partido” proíbe a abordagem de questões de gênero em sala de aula, o que vai na contramão da propalada pluralidade, o 8 de março jamais poderia receber qualquer reflexão e origem da data seguiria sendo um mistério para muit@s alun@s.

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