Ramiro e a nova fase: ‘Eu precisava de confiança’

Lucas Uebel/Divulgação GrêmioQuem acompanha futebol já viu isso se repetir algumas vezes: aquele jogador discreto, silencioso, em algum momento ganha a confiança do técnico e passa a ter um papel fundamental em uma equipe. Acontece em times e nas seleções. No Grêmio, há um episódio assim no momento. Com a chegada de Renato, Ramiro saiu de um papel secundário, muitas vezes contestado pela torcida, para uma posição de destaque. Foi uma espécie de estabilizador do time na campanha vitoriosa da Copa do Brasil.

Ele próprio explica sua mudança de papel na entrevista aos repórteres Eduardo Moura e Kelly Costa, do site G-1. Fala de seu futebol, a partir da confiança, e principalmente da importância do treinador:

Um fator que é muito importante para o jogador de futebol é a confiança. A partir do momento que o Renato assumiu, tinha em mim uma peça de confiança. Talvez por me conhecer há mais tempo. Fez essa aposta, me colocou para jogar novamente, era o que eu estava precisando ter, a confiança do treinador. Essa sequência que todo mundo precisa para desempenhar o melhor papel. Dentro de campo procurei retribuir a confiança dele com muita dedicação e empenho para fazer valer a pena esta aposta.

– Ele tem um jeito particular de treinar a equipe. Tinha a mesma postura em 2013 e continua tendo. Conforme passa o tempo, já vai conhecendo só no olhar o que ele está querendo que faça. No jogo contra o Ypiranga ele pediu para eu subir no ataque, e eu falei para ter calma que eu estava um pouco cansado, que tinha que dar uma segurada. E ele entendeu. Essa relação com jogador e treinador é muito importante, estar entrosado, com pensamentos e ideias parecidas, para que as coisas aconteçam.

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Sobre mariomarcos

Jornalista, natural de criciúma, fã incondicional de filmes, bons livros e esportes
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Uma resposta para Ramiro e a nova fase: ‘Eu precisava de confiança’

  1. Kikomarques disse:

    De fato não é nem nunca será um craque, mas tem sua utilidade. Agora, e a tal ´parceria entre Grêmio e Juventude que fez o Ramiro para na Arena juntamente com Follman, Bressan e Paulinho. Só o Ramiro vingou. Enquanto isso Elias, Klaus e Brener (muito melhores que Follman, Bressan e Paulinho) foram para outros clubes. Esta direção do Grêmio me emociona.

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