Todos somos América

A cerveja mexicana Corona, uma das cinco mais vendidas do mundo, divulgou nos últimos dias um vídeo que viralizou nas redes sociais. Por bons motivos, como vocês podem conferir abaixo. Em resposta à afirmação de Trump de fazer a América grande de novo – como se o nome do continente fosse propriedade dos Estados Unidos -, a agência da empresa mexicana destacou a mensagem de que todos somos americanos, valorizou a diversidade, a cultura e lembrou que sempre fomos grandes.

É o chamado anúncio de oportunidade – e com alvo certo.

Diante de declarações truculentas, de promessas de construção de novos muros, de ode ao preconceito, uma resposta talentosa, precisa, esbanjando inteligência.

Confiram:

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Sobre mariomarcos

Jornalista, natural de criciúma, fã incondicional de filmes, bons livros e esportes
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8 respostas para Todos somos América

  1. Maurício disse:

    Como será que se diz ‘tóin’ em espanhol?

  2. Rafael disse:

    Realmente, devem passar o vídeo repetidamente para os latino-americanos, para os demoverem da ideia fixa de migrar para os Estados Unidos.

  3. Campeão do Mundo-FIFA disse:

    Quando Trump fala em América, ele se refere aos EUA

  4. marcos lima de matos disse:

    Mas o nome do país é América. Estados Unidos da América. Assim como o Brasil é República Federativa do Brasil.
    No mais, podem criticar o Trump à vontade.

  5. Ricardo - DF disse:

    Imaginem que criemos um novo estado chamado “Municípios Unidos do Brasil”. Em Brasília, o governador iria dizer, no congresso: “Mas o Brasil está sendo muito prejudicado pela política da União … “.

    Não soa absurdo ?

    Por isso mesmo eles tem seu nome próprio, “estadunidenses” ou, como prefiro, “euanos”.

    E os euanos agora tem um retardado como presidente, eleito pela parcela mais obtusa da sua população. Não deixa de ser irônico, um capitalista selvagem típico, que promete repatriar as fábricas euanas instaladas na China. Só que na China elas produzem com salários irrisórios, que nenhum euano aceitaria. Repatriá-las significa um aumento enorme nos custos de produção.

    Será que o empresariado euano vai ficar feliz com seu novo presidente de topete laranja ?

    • alessandro machado disse:

      O Trampra elegeu-se na base das falácias.. todos os tratados internacionais eram em desfavor dos eua.. todos os países exploram os eua…
      quando o inverso é a mais pura verdade, todos os tratados eram leoninos de tão benéficos aos eua, tanto que foi uma luta da esquerda latino-americana o não à alca e o fortalecimento do mercosul (por mais que seja criticável)
      os países do “tratado trans pacífico”devem ter caído de rir ao ver que o trampa acabou com tratado, pois ele era um avanço do neo-colonismo…

      A chaina chaina chaina, tão criticada, cresceu e desenvolveu-se sob as regras impostas pelos eua (e mãozinhas sionistas) no comando das nações unidas e diversos outros organismos que dominaram e ainda dominam todo o sistema financeiro internacional.

      é um passo desesperado de um império que desperdiçou seu momentum do pós-guerra em políticas neo-colonialistas desastradas, como vietnam, guerra das coreias, golfo e por fim iraque e afeganistão (parece que não aprenderam com os sovietes)

      havia ainda sob a sombra de moscou, algum apelo pelo modelo dos eua, bastava satanizar o comunismo e pronto (receitinha que funciona até hoje com os acéfalos deste país)
      contudo, o muro caiu, a rússia ergueu-se forte e a chaina chaina chaina está em vias de tornar-se a nova potência mundial
      os eua gastaram suas fichas no atoleiro do iraque e afeganistão, derrubaram o ditador líbio e sentiram o desgaste quando putin colocou o pé na síria..

      soma-se isso ao fracasso as políticas sionistas, que encontraram contraponto até mesmo no presidente obama (que sempre foi vassalo de israel), ao descontrole europa e ao enfraquecimento do fictício “estado de direito” dos eua e temos uma potência cambaleante, buscando “ser grande novamente” na base da força e da arrogância..
      sem capital político, sem softpower e com adversários à altura no campo militar…

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