A estreia complicada do ‘árbitro de vídeo’

A primeira utilização do chamado árbitro de vídeo mostrou que a chegada da tecnologia ao futebol não é uma operação tão simples assim.

Na semifinal do Mundial de Clubes, o árbitro só parou o jogo, alertado por quem estava na frente do monitor, mais de dois minutos depois do lance na área do Atlético Nacional, de Medellín, para conferir as imagens.

Só então concluiu que havia pênalti e marcou a falta, que deu origem ao primeiro gol da vitória do Kashima.

Todos querem que a tecnologia ajude a reduzir os erros no futebol, mas uma decisão precisa ser quase imediata. Não pode ser tão demorada como no jogo do Japão.

Imaginem uma situação assim em uma partida decisiva no Brasil. Ninguém vai aceitar a decisão do árbitro.

A Fifa precisa aprimorar a utilização – até porque, pelo que se viu no Mundial, na manhã de quarta-feira, confusões assim podem comprometer o próprio futebol.

 

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Sobre mariomarcos

Jornalista, natural de criciúma, fã incondicional de filmes, bons livros e esportes
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5 respostas para A estreia complicada do ‘árbitro de vídeo’

  1. Fifaldino disse:

    Que fiasqueira esse uso do vídeo!! Para confirmar se a bola entrou até que vai, mas para definir penâltis… não vai resolver nada. Só vai dar mais discussão.

  2. Marcelo disse:

    Se fosse como no vôlei funcionaria.
    Cada treinador teria direito a pedir 1 ou 2 desafios por tempo de jogo. Assim a jogada seria paralisada no momento seguinte ao lance e a dúvida, suscitada pelo técnico, seria resolvida de imediato.

  3. INTERminável COLORADO disse:

    Acho que o vídeo deveria ser usado somente quando ocorrer um gol (ANULADO por impedimento, por exemplo) ou a dúvida de que houve gol (ENTROU ou NÃO?).

    Pênalti é INTERPRETAÇÃO e deve continuar assim. O que ocorreu ontem foi um absurdo! Começou muito mal a FIFA.

  4. Kikomarques disse:

    Errado MM. É muito simples. Este pessoal da FIFA e da International Board é muito incompetente. Chamem o pessoal do volei para ajudar e garanto que eles arrumam isso em dois toques. Para começar, onde já se viu fazer um experimento em uma competição de tamanha importância? Vai experimentar em campeonato de categoria de base. depois que corrigiu tudo trás para o profissional. Que lambança!!!

  5. Ricardo - DF disse:

    Ridículo. A interrupção tem que ser solicitada por alguém. E não essa história do jogo continuar e uma voz do além interromper dizendo que houve algo. No tenis são os jogadores que solicitam. No vôlei os treinadores. Pode ser o juiz. Encontrem uma fórmula, mas fazer experiências num mundial interclube é pedir para cair no ridículo mesmo. Absurdo.

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