Brasil volta a vencer e chega ao topo na Série B

Bom, se alguém ainda tinha dúvidas, elas terminaram: o Brasil faz uma campanha excepcional na Série B do Brasileiro.

Na noite desta sexta-feira, venceu o Goiás, no Bento Freitas, por 2 a 1, chegou a 39 pontos ganhos, a 15 rodadas do fim da competição, e antes do fim da rodada ocupa o segundo lugar, a apenas dois do líder Vasco.

Não há mais dúvidas.

Rogério Zimmermann, técnico da equipe há mais de quatro anos, manteve seu grupo de confiança, tem conseguido tirar o máximo do time e mostrado futebol bem organizado, já com três vitórias como visitante e praticamente imbatível em Pelotas.

Felipe Garcia, o goleador do time e da competição, fez  1 a 0 aos nove minutos. Elias ampliou aos 22, e Ednei, aos 17 do segundo, descontou.

O primeiro objetivo do Brasil – o de permanecer na Série B – está praticamente atingido. Com 39 pontos, basta conquistar outros cinco para afastar qualquer risco.

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Sobre mariomarcos

Jornalista, natural de criciúma, fã incondicional de filmes, bons livros e esportes
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8 respostas para Brasil volta a vencer e chega ao topo na Série B

  1. Saci Xavante disse:

    Uma pequena correção, Mario. O Goiás empatou aos 17 do 1º tempo e Elias marcou o segundo aos 22 do 2º tempo. Um golaço!!
    O Xavante ainda teve duas oportunidades claras de ampliar. Em uma delas, Elias perdeu dentro da pequena área, sem goleiro.

    Quando eu e outros defendem que a permanência na série B é menos nociva que o acesso, diz isso pelo receio de que aconteça o mesmo que está acontecendo com o Joinville e se anuncia acontecer com América e Santa Cruz. Quedas em sequência.
    É claro que seria muito bom ter o Brasil na série A. E a torcida só quer que, caso isso aconteça, que a diretoria continue tendo o pés no chão e consiga manter a convicção e o método de trabalho. Manter e valorizar o grupo atual, reforçar pontualmente e, caso os maus resultados aconteçam, manter a cabeça no lugar e os pés no chão.
    Dá-lhe Xavante!!

  2. Kiko Marques disse:

    Durante o gauchão, quando o Brasil não fazia uma boa campanha, me parece (não tenho certeza) que houve uma rusga do Rogério Zimmerman com a imprensa esportiva de Pelotas. Neste período um comentarista da Rádio Gaúcha, que eu não citarei o nome para não cometer injustiça, pois não tenho certeza quem foi, declarou que talvez fosse a hora do Rogério Zimmerman deixar o Brasil. A imprensa às vezes é contraditória. Fala em dar continuidade ao treinadores, mas muitas vezes é a primeira a pedir a cabeça de um treinador. Alex Ferguson ficou quase trinta anos no comando do Manchester City. Será que ele ganhou sempre? Nunca teve crise? Duvido. Quanto à questão do subir ou não eu reafirmo minha posição. Se o planejamento do Brasil é ficar 3 ou 4 anos na série B para depois subir com estabilidade, caso aconteça de subir este ano, é manter este planejamento. Série A em 2017, já garante no mínimo a série B em 2018. É só não fazer loucura para se manter na A, caso este acesso realmente ocorra este ano. Passar a real para a torcida. Disputar a Série A, com alegria, com orgulho, independente dos resultados em campo. Para saber se é vantagem ou não subir este ano é só uma questão matemática. Se o Brasil ficar na série B, em 2017 vai ter de fazer novamente no mínimo, 45 pontos para ficar na B em 2018..Se subir para série A em 2017, com ZERO ponto, já garante a série B em 2018. E convenhamos: com este time de hoje o Brasil não fica no ZERO ponto na série A. Então vamos lá Brasil.

    • Saci Xavante disse:

      Eu concordo contigo. O único “ponto de reflexão”, vamos dizer assim, seria “será que a diretoria vai manter a convicção em caso de sequência grande de resultados negativos”.
      Mas pra confirmar que concordo contigo, acho que esse seria o teste de fogo desta diretoria, gostaria de pagar pra ver.

    • 66 disse:

      Quando eu disse isso, alguns gênios pouco afeitos à humildade, acharam que tinham que “esclarecer” essa questão de prioridade.
      Se o problema de subir é apenas por conta da empolgação, então que não se empolguem, ora essa.
      Subam e disputem a série A com seriedade e SE DER, se mantenham. Se não der, tenta voltar no outro ano. Subindo, o Brasil garantirá na pior das hipóteses 2 anos sem jogar a série C.
      Sabendo como o futebol é dinâmico e muda a todo momento, quem garante que 2017 será igual ou melhor que 2016?
      Ninguém imaginou um cenário tão tenebroso para o Inter, mesmo com todo o chororô pela saída do ídolo.
      Frase nova…FUTEBOL É MOMENTO.
      É muita pretensão o querer escolher quando o Brasil deve subir. Se nesse ano ou daqui a 4 ou 5 anos.

  3. CAMPEÃO DE TUDO disse:

    Na pindaíba de treinadores que vigora no futebol brasileiro não sei como o Rogério Zimmerman não foi sondado ainda por times médios, pelo menos.

  4. Miguel disse:

    Dá lhe Brasil. Parece que voltaremos ter 3 representantes na série A do ano que.
    Surpresa negativa e decepcionante a pequena média de.público do Bento Freitas. Eu imaginava fosse no mínimo 4 vezes maior a média de publico no Bento Freitas. Faz lembrar o Juventude. Decepcionantes 2728 pessoas por jogo.

  5. Maurício disse:

    As opiniões opostas do Kiko e do Saci só vêm atestar o ‘bom dilema’ vivido pelo Xavante.
    Legal ver o pessoal debatendo com maturidade, é patético ver barbado velho fazendo beicinho quando contrariado.

    Quando a própria Nação Xavante quer mais é ser campeã da série B e jogar a A pro resto da vida, torna-se absolutamente natural que quem acompanha à distância também queira, por pura simpatia, ver o clube pequeno subir duma vez e dane-se o amanhã. Mas além do aspecto óbvio do não-prioritário atrapalhar o prioritário, a ideia de que ‘talvez fosse melhor ainda não subir’ envolve aquela figura da montanha-russa, a impressão de que quanto mais rápida e íngreme for uma ascensão, mais rápida será a descida; como um xavante legítimo explicou ali acima, trata-se apenas de um receio de tudo o que vem rápido demais.
    É claro que a A em 2017 garante a B de 2018, mas não garante a mobilização: quem viu o Galo repetir o erro do Inter no intervalo entre a conquista da Libertadores e o Mundial de Clubes já aprendeu que não é assim tão fácil trabalhar esse quesito. O Joinville que o diga. E quem vive o futebol do interior mais de perto sabe como são bem mais amplas e dolorosas as variações de ciclo dos times pequenos.

    Duvido que, em meio à ciranda financeira em que se transformou o futebol, exista algum clube emergente frio o suficiente pra ‘planejar ficar na B x anos’; e mesmo que exista, este clube dificilmente seria o Brasil, a não ser que esteja havendo uma improvável revolução conceitual no clube. Simplesmente prefiro – e a diretoria parece concordar comigo – que faça o melhor pra não cair mais: que garanta a B de 2017 e, se puder, que suba; que garanta a B de 2018 e, se puder, que suba; mas, principalmente, quando subir, que o faça com condições de se manter.

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