Veja o que significa a diferença de apenas 5 km na velocidade

Da série Vídeos para começar bem o dia: o que significa uma diferença de apenas cinco quilômetros na velocidade de um veículo? Parece nada, mas veja no vídeo abaixo o que ela realmente faz na hora de uma batida.

Nesta sexta-feira, dia em que começa mais um fim de semana de deslocamento de muitas pessoas para suas cidades ou pontos de descanso, vale a pena prestar atenção na mensagem final. Pode representar uma diferença bem mais significativa que meros cinco quilômetros.

Assista então a este vídeo:

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Sobre mariomarcos

Jornalista, natural de criciúma, fã incondicional de filmes, bons livros e esportes
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7 respostas para Veja o que significa a diferença de apenas 5 km na velocidade

  1. siedorski@gmail.com disse:

    As pessoas resolveram que só velocidade é causadora de acidentes?

    Andar a 120km/h em um fusca não é a mesma coisa que andar a 120km/h em um carro com controle de tração, estabilidade e freios ABS.

    Quando as campanhas vão começar a falar dos motoristas domingueiros que acreditam ser seguro andar a 60km/h atrás de um caminhão, sem ultrapassar, fazendo com que filas se formem nas estradas e aumentando o risco de ultrapassagem?

    Quando as pessoas vão aprender a dirigir e reduzir marcha no momento da ultrapassagem ao invés de se manterem por intermináveis momentos na contramão enquanto se acham “seguros” por estarem realizando uma ultrapassagem a 80km/h?

    Quando vamos começar a colocar o dedo na ferida que é a presença constante de caminhões acima do limite de peso, acima da velocidade, com motoristas que não dormem há mais de 24h?

    O que causa acidentes nas estradas chama-se imprudência. É ultrapassar sem visibilidade. Ultrapassar em curvas. Beber e dirigir. Dirigir cansado. Os “domingueiros” que nunca dirigem em rodovias e cometem toda sorte de estupidez nos feriadões.

    Andar a 120km/h em uma estrada limpa em um dia ensolarado com um carro decente é o menor dos problemas do trânsito.

    • Augusto disse:

      “Siedorski”, boa a sua colocação, mas permita-me fazer algumas observações. Quando se fala em 60Km/h no vídeo postado pelo Mário, eu vejo como um limite seguro para andar dentro dos centros urbanos. Eu acredito sim que, a pouco mais de 60Km/h, fica perigoso trafegar dentro de uma cidade, em função de tudo e todos que estão a sua volta (outros carros, motos, pedestres, animais, enfim..)
      Com relação a trafegar a 120Km/h em uma estrada de boas condições e com um carro moderno, eu te digo o seguinte: Eu vejo todos os dias gente que dirije tão mal, mas tão mal, que mesmo num carro top de linha, este sujeito seria perigosíssimo se guiasse o carro a 120Km/h, mesmo numa estra boa. Por que se ocorre um imprevisto, ele não tem perícia e tempo de reação adequados para evitar um acidente, e se estivesse mais devagar, facilitaria para que ele evitasse o acidente.
      De resto, concordo com tudo. Nas viagens ao litoral pela freeway, além das pessoas trafegarem na pista mais a esquerda sem dar passagem, elas andam muito próximas umas das outras, sem respeitar a distância regulamentar. O dia que o gaúcho aprender a deixar 70, 80.. 100 metros de distância regulamentar uns dos outros, todos nós poderemos viajar em velocidade de cruzeiro de 130Km/h em direção ao litoral, apenas mantendo o fluxo, e com muito mais segurança da forma que ocorre hoje, com todos grudados uns nos outros, a 90Km/h.

      • marianomonkey disse:

        É por isso que eu dou risada quando alguém vem falar que a EPTC não tem que multar e, sim, informar e educar…

        ora, educar para o trânsito, só para crianças e adolescentes..

        agora: querer educar marmanjo?!

        pra educar marmanjo só com peso no bolso…

        quem critica a “industria da multa e os azuizinhos” é infrator..

        nunca vi pessoa que respeita as leis de trânsito criticando multa ou azulzinho ou pardal…

      • mariomarcos disse:

        Vocês tocaram em um ponto que me incomoda muito. Já dirigi em outros países e em todos eles os motoristas observam a distância regulamentar entre um carro e outro. Assim, além de ter segurança, o motorista ainda evita engarrafamentos porque em caso de redução de velocidade, basta ele reduzir também e seguir o fluxo. Fui no fim de semana a Santa Catarina. Fiquei impressionado. Os carros se aproximam e colam na traseira, mesmo quando o motorista está em pleno processo de ultrapassagem. Não têm paciência nem para esperar alguns segundos. Dão a impressão de que vão passar por cima. Falta educação, é isso.

    • mariomarcos disse:

      Neste caso do teste, ficou evidente que o cara usou um exemplo para mostrar que mesmo em baixa velocidade, mas com uma pequena diferença, já há um risco acentuado de acidente e morte.

  2. Augusto disse:

    Mário, existe um vídeo na Youtube que mostra um Crash test de um automóvel Ford Focus colidindo a 120milhas/h (equivalente a 193Km/h) contra um alvo fixo. Não sei quem produziu o vídeo, me parece algum documentário para a TV. É absurdamente chocante enxergar em slow motion a deformação do aço da carroceria do carro. A gente engole seco quando pensa na hipótese de ter um ser humano ali dentro. E fica claro, mesmo para o mais leigo dos leigos, que qualquer automóvel vira apenas um amontoado de aço quando colide em altas velocidades. Os crash test tradicionais são apenas uma referência de segurança para alguns veículos, mas perdem validade quando, por exemplo, alguém numa estrada colide o seu carro a 90Km/h (ou mais) contra um caminhão/ônibus que esteja a 80Km/h no sentido contrário. Um acidente destes (carro vs caminhão) causa uma desaceleração no carro similar ao crash test de 193Km/h contra um alvo fixo. E daí a gente lembra que acidentes deste tipo acontecem aos milhares, todos os dias, Brasil a fora. Então, fica aí a minha dica aos leitores do blog. Da próxima vez que pensarem em forçar uma ultrapassagem, se tudo der errado, lembrem-se: Mesmo que vc aguente uma desaceleração violenta no cinto de segurança, mesmo que o air-bag preserve seu rosto e e dentes, todo o aço e plástico a sua volta vai se encarregar de comprimir e compactar cada centímetro do seu corpo. Não sobra nada.

  3. Ted disse:

    O siedorski tem toda a razão.
    Peguemos o exemplo da Alemanha, onde 55% das estradas NÃO TEM limite de velocidade.
    Segundo a OMS (publicado recentemente) a Alemanha apresenta uma taxa de pouco mais de 6 mortes por 100.000 habitantes. já o nosso “querido” Brasil apresenta uma taxa de pouco mais de 18 mortes por 100.000 habitantes. 3 vezes mais.
    Qualquer análise realizada com base em um vídeo de conscientização é superficial e tendenciosa.

    Caso alguém se interesse por uma análise criteriosa dos fatos, o relatório da Organização Mundial da Saúde pode ser encontrado em http://www.who.int

    A título de opinião pessoal me atrevo a dizer que o problema é cultural. Falta educação de trânsito. E não falo de palestrinhas ou adesivos em carros, mas sim de formação de cidadãos e é claro de uma forte formação técnica nas auto – escolas.

    Grande abraço.

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