Das leituras

“(…) Ah, deixa o pessoal reclamar. Inclusive, sinto falta disso. Deram Lexotan na água do povo. Está todo mundo calado. Nos anos 1960, eu via muita gente na rua. Chico, Caetano, aquelas composições fortes. Sofreram, claro, por toda a rebeldia. Mas, hoje, está todo mundo co  medo de falar. É por isso que uso minha voz, para falar o que se cala”.

(Elza Soares, na Folha de S.Paulo)

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Tardelli e a Libertadores: ‘Sabemos bem como vai ser o jogo’

“Sabemos o que está acontecendo, o momento do Flamengo é muito bom, ouvimos o que as pessoas comentam sobre o Flamengo atualmente. A gente está no nosso cantinho, tranquilo, bem focados e concentrados. Sabemos bem como vai ser esse jogo da Libertadores, mas mais para frente falamos disso. Estamos vendo tudo o que está acontecendo, o favoritismo, a torcida pelo Flamengo. E sabemos jogar esta competição. Não é à toa que o Grêmio está pelo terceiro ano consecutivo na semifinal”.

(Diego Tardelli, atacante do Grêmio, ao falar nos confrontos com o Flamengo, em outubro, pelas semifinais da Libertadores)

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Inter: mais uma chance para conseguir um lugar na decisão

Uma parcela de torcedores do Inter terá uma chance de conseguir ingresso para a decisão da Copa do Brasil – mas terá de ser rápido.

Depois de ter anunciado que não havia mais lugares nas arquibancadas inferior e superior, o clube divulgou nota na noite de quinta-feira anunciando que novo check in será aberto às 10h desta sexta-feira para o sócio contribuinte, aquele que não precisa comprar ingressos.

O estádio, segundo o Inter, tem capacidade para 50.842 pessoas, mas parte do espaço é da Brio, a empresa que administra algumas áreas do clube (7.576 lugares).

Na quinta-feira, com correria e protestos nas redes sociais, os sócios esgotaram os ingressos disponíveis.

O Beira-Rio deve ter novo recorde na decisão entre Inter e Athletico.

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A charge do dia

(amarildo.com.br/Reprodução)

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Direito de perguntar

O que é mais complicado para o Grêmio neste momento, a pouco mais de duas semanas do primeiro jogo semifinal de Libertadores contra o Flamengo: a lesão do lateral-direito titular, Leonardo Gomes, que no momento não tem um reserva confiável, ou a do zagueiro Pedro Geromel (foto), um dos principais jogadores do time nos últimos anos, mas que pode ser (até aqui, bem) substituído por David Braz?

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Odair e a decisão: ‘Vamos lutar pelo título do início ao fim’

“Tentamos jogar dentro de uma forma que temos, não de ontem, nem de hoje, mas que é nossa característica. Foi assim que chegamos até aqui. Eles tiveram chances, nós tivemos também. Tivemos as mesmas dificuldades de outras equipes que jogam aqui porque o Athletico tem uma forma de jogar, de aproveitar o ambiente. Mas terminou apenas o primeiro tempo. Agora, vamos para dentro da nossa casa para, diante da nossa torcida e com o nosso padrão de comportamento, buscarmos a vitória e o título. O Beira-Rio vai estar lotado e, dentro de campo, lutar pelo gol do início do fim. Eles tiveram a oportunidade deles aqui, nós teremos a nossa lá. O Athletico é forte aqui, o Flamengo é forte no Maracanã, o Inter é forte no Beira-Rio. Estes jogadores têm entregado tudo e mais um pouco e é por isso que fomos terceiro no Brasileirão e estamos agora na decisão. Os torcedores também. Desde o primeiro dia, eles sempre ajudaram. O clube é do tamanho que é por causa de seu torcedor. Ele não aplaudiu a derrota. Nós é que fomos lá agradecer pelo apoio no jogo. Digo ao torcedor o que sempre repeti: confie no time, vá ao Beira-Rio e saiba que será um jogo de paciência. Ele sabe disso”.

(Odair Hellmann, técnico do Inter, ao explicar a atuação na primeira decisão pelo título da Copa do Brasil, contra o Athletico)

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Inter perde na Arena. Esperança de título é a força do Beira-Rio

Vantagem em jogos decisivos sempre é importante, mas o Inter confia tanto na força do Beira-Rio que viu sua torcida aplaudir o time apesar da derrota de 1 a 0 para o Athletico-PR, na noite desta quarta-feira, na Arena da Baixada (39.772 pessoas), no primeiro dos dois confrontos pelo título da Copa do Brasil. Para assegurar o título, o Inter terá de vencer por dois gols de diferença, na próxima quarta, em seu estádio.

E por que a torcida não se abalou com a derrota? Porque a decisão fica aberta para o estádio, apesar da vantagem assegurada pelo time paranaense – e, no Beira-Rio, o time tem um aproveitamento superior a 80%, com tradição de viradas.

Foram sete na história da competição, a última contra o Palmeiras – perdeu por 1 a 0 em São Paulo, ganhou diante de sua torcida e venceu nos pênaltis.

Mesmo com toda esta confiança, o Inter terá de mudar bastante o comportamento em campo. Na Arena, onde o Athletico é um time muito forte, o Inter jogou com mais prudência, fechando os espaços e evitando a pressão. Conseguiu fazer isso com sobras no primeiro tempo, apesar dos quase 70% de posse de bola do adversário.

De chances mesmo, apesar de dominar os espaços, o Athletico teve apenas uma. Aos 14 minutos, Rony aproveitou rebote da defesa e chutou forte. A bola passou bem perto da trave direita de Lomba. O Inter também teve a sua: aos 27, livre, Uendel arriscou, com um bom chute, mas o goleiro Santos desviou a escanteio.

No Inter, peças básicas do esquema não funcionaram bem, não apenas na fase inicial. Edenílson não teve a movimentação habitual, até porque teve poucas chances de avançar, e Patrick, principalmente, errou muito.

Apesar de todo o ambiente de decisão, foi um primeiro tempo de apenas oito faltas, cinco dos paranaenses, três dos gaúchos.

No segundo tempo, o Inter adiantou um pouco a marcação e reduziu a pressão do adversário. Teve uma boa conclusão aos cinco minutos (chute desviado de Patrick) e outra excelente, com Edenílson, aos nove. Ele avançou livre pela direita e, na área, chutou com força. A bola desviou na defesa e saiu por pouco.

Mas em decisões, todos sabem, o erro costuma se transformar em punição – e o Inter errou aos 13 minutos, no momento em que controlava bem a partida. Edenílson perdeu a bola no ataque e o Atlhetico avançou. Na entrada a área, Marco Ruben tentou o passe a Bruno Guimarães, a bola tocou em Moledo, voltou e se ofereceu de novo a Bruno depois de um leve toque de Edenílson, na tentativa de afastar. Bruno bateu com categoria, no canto esquerdo, e fez 1 a 0.

Odair Hellmann fez então sua primeira troca, de Nico López por Wellington Silva. A ideia era ter velocidade e drible na esquerda, mas o jogador pouco conseguiu.

Aos 27 minutos, o Athletico só não ampliou sua vantagem, o que poderia ser fatal para o Inter, porque Marcelo Lomba fez outro de seus milagres. Rony entrou em velocidade pelo meio da defesa, driblou, ficou livre e chutou na saída do goleiro. Lomba, no meio do caminho, ergueu o braço direito e conseguiu desviar a escanteio.

O Inter teve boa chance de empatar aos 30  minutos (Lindoso só não marcou porque Wellington deu um toque na bola no momento do chute, como mostra a foto), aos 32, quando D’Alessandro tentou surpreender o goleiro que estava fora da goleira e tocou por cobertura (Santos se recuperou) e outra aos 45, quando Guerrero fez a parede e recuou a Sobis, que bateu firme, de pé esquerdo. A bola passou perto da trave.

Para tornar o Beira-Rio o aliado de sempre (o check in para os sócios começa nesta quinta-feira), o Inter terá de vencer por dois gols de diferença. Se ganhar por um, a decisão do título será na cobrança de pênaltis.

 

 

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