Felipão, em 2001 a Seleção não ficava tão isolada

Luiz Felipe tem usado muito o exemplo do trabalho feito na Seleção Brasileira a partir das Eliminatórias de 2001 como padrão para a fase atual. Fez um jogo em Porto Alegre, como em 2001, reuniu um grupo com ideia de união, definiu uma escalação e um padrão e arrancou bem na Copa das Confederações.

Até aí, tudo bem. Falta agora ele adotar o mesmo esquema de concentração da temporada vitoriosa que resultou no Penta na Copa da Ásia.

Naquele período, Felipão decidiu romper com isolamento e passou a hospedar a Seleção nos hotéis, sem isolar os jogadores. Eles cruzavam por outros hóspedes, circulavam pelo hotel e muitas vezes se encontravam com jornalistas que faziam a cobertura.

Este ano, Felipão tem isolado o grupo e realizado treinos fechados.

Na segunda-feira, por exemplo, só liberou os portões do estádio onde a equipe treinava, em Fortaleza, ao ver que milhares de pessoas estavam concentradas do lado de fora esperando pela chance de ver os jogadores de perto.

Felipão deve ter esquecido do que fez em 2001/2002.

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Grêmio luta para tentar manter Vargas até o fim do ano

Por Vargas, o executivo de futebol do Grêmio, Rui Costa, já admite viajar à Itália para tentar um acordo com o Napoli e manter o jogador em Porto Alegre pelo menos até o fim da atual temporada.

Vargas está emprestado até dezembro, mas o clube italiano tem a opção de pedir sua volta no fim deste semestre. Da Itália, surge a informação de que o jogador seria emprestado ao Genoa, time que sempre luta para fugir do rebaixamento.

Por isso, Costa está disposto a buscar um contato pessoal com os dirigentes do Napoli para evitar o prejuízo.

Faz muito bem.

Dos reforços, Vargas é o que tem dado melhor resposta. Não apenas isso. Depois de um período de adaptação, ele começa a jogar com naturalidade, tem uma namorada em Porto Alegre (com a qual se acidentou neste fim de semana, sem gravidade, ao viajar para visitar a família da garota em Casca) e deve render mais no restante do Brasileirão.

Ficar sem ele agora seria um grande prejuízo para o time.

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Adriano bem mais perto do Inter. Bom ou ruim?

Tudo indica que o desafio feito pelo técnico Dunga no fim de semana, ao dizer que para contratar Adriano seria preciso que a direção do clube tivesse disposição de encarar o desafio e suportar as pressões, deu resultado. Adriano, que não joga há mais de um ano, deve assinar contrato de experiência com o Inter até a próxima quarta-feira. A informação ainda não é oficial, mas os indícios de que houve acerto são claros.

Um deles: na tarde de segunda, dirigentes do Inter conversaram com o empresário João Bandeira, que representa o jogador, dando início dos termos do acordo. Na saída do encontro, o vice de futebol Marcelo Medeiros negou o acerto, mas admitiu as conversas:

- Quando um jogador do quilate de Adriano diz que deseja atuar no Inter, causa um impacto – disse, ao deixar o Beira-Rio.

Em caso de acerto, Adriano vai assinar uma espécie de contrato de risco até o fim do ano, sujeito a avaliação de desempenho e metas. Ele receberia um salário base, mas poderia ganhar extras de acordo com as partidas e os gols.

Pelas informações, Adriano deve viajar a Porto Alegre para conversar com dirigentes e o técnico Dunga.

O jogador é uma aposta do técnico. Dunga está convencido de que no ambiente do Inter, com auxílio do preparador físico Paulo Paixão e com um maior controle, Adriano poderá recuperar sua forma física e técnica. O jogador, por sinal, foi examinado por um médico do Inter no Rio, que ficou favoravelmente impressionado com a atual situação de Adriano.

Ele perdeu peso e treina com um preparador durante três horas diárias.

A PROPÓSITO

O Inter e a construtora Andrade Gutierrez divulgaram vídeo na segunda para mostrar como será a montagem da cobertura do novo Beira-Rio.

A parte iniciada na Padre Cacique vai se juntar àquela que já partiu do lado do Gigantinho.

Veja o vídeo:

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Ah, se tudo isso tivesse acontecido há sete anos!

É uma pena que todas estas manifestações, que começaram em protesto pelo aumento nas passagens de ônibus e acabaram englobando também os gastos do país com a Copa das Confederações e o Mundial, estejam ocorrendo com pelo menos sete anos de atraso.

Gostaria que elas tivessem surgido ao longo de 2006, quando a CBF – com apoio do governo brasileiro – começou a organizar o caderno de compromissos que seria apresentado à Fifa para disputar o direito de sediar a Copa.

Lembro que escrevi várias colunas na época criticando a disputa, acusando a Fifa de apresentar em 200 páginas de seu caderno um país irreal (na reprodução ao lado, um dos textos) e prevendo que poderíamos nos arrepender no futuro por causa de alguns estádios que virariam elefantes-brancos e de gastos demasiados. Disse que em uma eventual lista de prioridades, a Copa não estaria nem entre as cem primeiras.

Pena que os manifestantes não tenham ido para as ruas naquela época. Eu e alguns outros (poucos) colunistas não estaríamos sozinhos então.

Protestos como estes que temos visto, levando milhares de pessoas para as ruas de cidades de todo o país,  poderiam ter chamado a atenção da Fifa e dos políticos e evitado a escolha do Brasil como sede do Mundial de 2014.

Agora, o único feito dos protestos será deixar claro que parte da população não concorda com os gastos, além de mostrar restrições ao comportamento da Fifa e de seus dirigentes. Apenas isso, porque a Copa de 2014 e todos os gastos são irreversíveis – a menos que o governo federal, em uma reação surpreendente (e que certamente teria a oposição dos Estados), avisasse à Fifa que não quer mais realizar a Copa. Imaginem o prejuízo e a repercussão.

Ah, se os protestos tivessem ocorrido há sete anos.

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Um novo embalo para a Guerra dos Tronos

Da série Vídeos para começar bem o dia: a orquestra húngara Pannonia Allstars executa o tema da série Guerra dos Tronos no embalo do Ska, mistura de diversos ritmos surgida na Jamaica e considerada precursora do reggae. Ficou bem interessante.

Veja em:

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Conselho do Grêmio aprova mudanças no contrato

Depois de duas horas de reunião, o Conselho Deliberativo do Grêmio aprovou, na noite desta segunda-feira, as mudanças no contrato com a OAS.

A decisão foi por unanimidade.

Uma das mudanças implica nas finanças deste ano. Pelo contrato anterior, o clube teria de pagar R$ 43 milhões este ano pela migração dos sócios. Agora, o valor baixou para R$ 12 milhões.

Pelos novos termos, o clube espera lucrar pelo menos R$ 400 milhões ao final da parceria.

 

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Nigéria confirma e estreia com goleada sobre Taiti

Divulgação FifaA torcida mineira fez festa, pintou-se com as cores do Taiti, vibrou e aplaudiu até chutões da defesa, mas não adiantou: mesmo cansada por uma longa viagem, a Nigéria confirmou o favoritismo e goleou o adversário amador por 6 a 1, no Mineirão, em Belo Horizonte, pela Copa das Confederações.

Poderia ser bem mais se os nigerianos tivessem jogado com um pouco mais de seriedade. Abusaram de perder chances, muitas vezes por exagerar na firula no momento da conclusão, e ainda sofreram um gol – que pode ter influência na classificação, já que todos esperam grandes goleadas de Uruguai e Espanha diante deste mesmo frágil Taiti.

O gol, por sinal, foi um momento de festa no Mineirão de 20.187 torcedores (um público bem acima do que se esperava para um jogo assim). Quando Tehau cabeceou para a rede, aos nove minutos do segundo tempo, os jogadores do Taiti festejaram como se tivessem conquistado um título. Fizeram uma pirâmide e brincaram simulando remadas nos barcos de seu país.

- O povo da Polinésia pode ficar orgulhoso – disse o técnico Eddy Etaeta no fim do jogo. – Somos amadores, sentimos muito a diferença física, mas jogamos com entusiasmo.

A Nigéria foi absolutamente superior desde o início. Fez 1 a 0 aos cinco minutos (Echiejile), 2 a 0 aos 10 (Oduamadi) e 3 a 0 aos 25 (Oduamadi de novo). Não fez mais por displicência de seus atacantes.

No segundo, Tehau descontou de cabeça aos nove, mas aos 23 ele mesmo marcou contra. Aos 30, Oduamadi, goleador da partida e da Copa das Confederações até agora, fez o quinto e, aos 34, Echiejile completou.

Quinta-feira, a Nigéria enfrenta o Uruguai em Salvador, e a Espanha joga contra o Taiti no Maracanã.

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