O livro que virou uma espécie de manual para dirigentes

Um dos livros mais citados nas últimas semanas em alguns grupos políticos do Grêmio tem sido A Bola não Entra por Acaso, do espanhol Ferran Soriano. Você deve ter ouvido falar muito sobre ele.

Executivo, ele integrou o grupo de dirigentes que reorganizou o Barcelona e o transformou no melhor time do mundo. O livro trata de todo este trabalho, do primeiro dia às grandes vitórias.

O livro virou uma espécie de bíblia do grupo que pretende ver Fábio Koff concorrendo à presidência nas eleições de setembro, no Grêmio.

É uma obra imperdível para quem gosta de futebol. Escrevi sobre ele tempos atrás (clique aqui para ver), impressionado com os detalhes da rápida construção de um clube. Não é um modelo fácil de aplicar aqui no Brasil, onde o futebol é muito orientado pela paixão e pelas pressões, mas algumas lições são valiosas.

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Sobre mariomarcos

Jornalista, natural de criciúma, fã incondicional de filmes, bons livros e esportes
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12 respostas para O livro que virou uma espécie de manual para dirigentes

  1. Maurício disse:

    O sub17 colorado treinado pelo Clemer sagrou-se bicampeão invicto da FGF ao vencer o tricolor por 1×0 nessa tarde no Passo D’Areia (havia vencido o jogo de ida por 3×1).
    A campanha: 20 vitórias e 2 empates, 106 gols marcados(!) e apenas 10 sofridos, segundo o blog Pratas da Dupla.

    É o terceiro clássico de categoria de base vencido em 5 dias.
    Parabéns ao eterno CELEIRO DE ASES!

  2. Edson disse:

    E o planejamento estratégico elaborado a alguns anos atrás? No Grêmio não mudam nem as moscas e nem a m…

  3. Carlos disse:

    Koff está voltando para desepero dos ribeirinhos.

  4. Luiz Martini disse:

    Já comentei outro dia, quando li a notícia de que o “grupo do Koff” tinha lido o livro, feito um resumo repassado ao dirigente, e que esse seria o “norte” da sua candidatura.
    Começaram mal.
    Tem que parar com essa mania de copiar o Barcelona.
    Se fosse fácil, todo mundo lia o livro, aplicava as idéias e se tornava um sucesso.
    Ora, ora, aqui é Brasil [ou melhor, Pindorama], e o que interessa mesmo é o bolso do dirigente e não o clube…

    • mariomarcos disse:

      Martini, consultar o livro não é simplesmente consultar o Barcelona. Sorian fala de esquemas que podem ser utilizados na reorganização de qualquer clube.

      • Luiz Martini disse:

        Prezado MM, eu não critiquei o livro nem teu post.
        Sempre é bom ler coisas boas.
        O que eu falei é que os caras deturpam as coisas. Pegam o livro e o saem brandindo como bíblia, e que agora, a partir dele, eles são os novos messias…
        Em qualquer circunstância, os bons exemplos deveriam sempre ser seguidos.

    • Gustavo disse:

      Koff não precisa de livro, ele pode escrever o dele, como pegar um clube que não tinha nem talão de cheque e levá-lo a Tókio disputar um mundial… (1993 em diante)

      • alexandreehlers disse:

        MUITO bem lembrado caro Gustavo! Importante lembrar o tempo: pegou o time sem nem talão de cheques em 1993 e no final de 1995 estava em Tóquio. Três (3) anos de trabalho e transformou o Grêmio em superavitário, com novos títulos no armário e dinheiro em caixa (que o Cacalo esbanjou logo depois com Beto, Guilherme, Hélio do Anjos e outros cachaceiros menos cotados).

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