Entre os tantos documentos sigilosos enviados pela Embaixada dos Estados Unidos em Assunção, dia 28 de março de 2009, um é bem elucidativo sobre alguns fatos recentes do Paraguai. Revelada, entre tantos outros, pelo site Wikileaks, a correspondência – catalogada como secreta – fala sobre rumores de que o militar Lino Oviedo, golpista por vocação (tentou duas vezes e foi preso), e o ex-presidente pelo Partido Colorado Nicanor Duarte tinham um plano para retomar o poder no país “por meios legais”, caso o presidente não resistisse politicamente. Ou seja: se continuasse com minoria no Congresso.
A estratégia, diz a mensagem, em texto publicado na Folha de S. Paulo e no site da Veja (clique aqui), era aproveitar qualquer “passo em falso” de Lugo. À época, a concessão de um subsídio de US$ 8 milhões para plantadores de gergelim chegou a ser considerada a razão, mas o presidente recuou.
“O cenário dos sonhos de Oviedo envolve o impedimento legal de Lugo, mesmo que sob motivos espúrios”, relata o telegrama, que considera o plano fantasioso e improvável, mas completa: “Como a história demonstra, nada é impossível no Paraguai”.
O texto também aponta a chegada do vice-presidente (já empossado) Federico Franco à presidência. Ele é descrito no documento como “um político pertencente à velha guarda liberal, de enorme ego e de personalidade difícil”.
O documento da embaixada assinala a falta de clima político dentro do congresso paraguaio para o “golpe democrático” naquele momento – início do mandato de Lugo. Ressalta, todavia, que a situação poderia mudar rapidamente.
Como dá para ver, qualquer semelhança com episódios recentes talvez não seja mera coincidência.



Saiu hoje que um grupo guerrilheiro atacou uma fazenda e matou um brasileiro. Outro dia falei que isso podia acabar em guerra civil. Deus os ajude…
Pior é que esse episódio da fazenda está me cheirando a armação, para obter o apoio do governo brasileiro ao “novo” governo do Paraguay.
Lamento toda a situação por meus vários amigos [e amigas!] de lá.
GOLPE NO MERCOSUL – Suspendem o Paraguay(voto contrário) e promovem a entrada da (democrática) Venezuela. isso pode, a “democracia” deles (Dilma, Evo, Kirchner, etc) é diferente…
bom, mostra que ao menos nesse caso a inteligência americana estava bem informada
Vendeu por 8 milhões e mais o passe do Werley…
Quem sabe lá no Galo o Vitinho ganha alguma coisa…
Ta na boa,o galo contrata o frango!!
Mas ele não fez 6 jogos pelo tricolor no Brasileirão?
Será que essa regra ainda vale ?
Por outra, será que o máximo não seriam 6 jogos ?
que pena….era tão bom ver grenal com Dalessandro (ou Dátolo) e Victor.
Victor estava entre os três melhores goleiros do RGS, só perdendo para Muriel e Renan
O próximo é o Fernando.
É a farra do Odone. E saber que o Werley fica, 8 milhões..tá bom, acredito como acreditei na grana do Mário F.
Lado positivo, Víctor sempre amarelou em decisões e grenais, por esse lado vai para o time certo.
Duro para o Inter. Vai embora um entregador de Gre-Nais.Mas eu entendo o Victor. Ele quer ser campeão algum dia. Pediu para sair do Grêmio.
Foi bom negócio, Vidarte ?
Se for verdade o valor de R$8 milhões, foi ótimo negócio. Mas a pura troca por Werley como foi anunciada é ridícula. Mas essa história de valores é obscura, se com esses 3,5 milhões somados aos 7 do Mário Fernandes, dá pra comprar o Lugano, o tal Giuliano (rsrsr) e com o troco compra o Sandro Silva.
E novo volante colorado, Elton?
O ZH Esportes colocou um link entitulado “A trajetória de Victor” com uma foto dele levantando uma taça enorme… Alguém sabe me dizer que título foi aquele?
Grêmio x Caxias, Gauchão 2011 – 09/03/201. Deve ser o primeiro turno!
Podicrê.
O Victor é um goleiro com agilidade e reflexo acima da média, mas é amarelão demais.
Diz aquela música: “naquela (foto) está faltando ele (banana Márcio Chagas)…” – ganharam um “turno” e aquela festa toda!
Quem não tem nada, se contenta com pouco
Mas ainda acho que ele trocou “6 por meia dúzia”, pois não vai conquistar muita coisa no galo. O gfpa uma, vez que outra ainda, chega perto de algo, apesar do jejum.
* 2011