A melhor volta de um piloto na história da Fórmula-1

Para muitos analistas, foi a volta mais espetacular de um piloto na história da Fórmula-1. Chovia, Ayrton Senna largou em quarto lugar, caiu para quinto na saída, estava atrás de quatro carros muito melhores na ocasião e, mesmo assim, tratou de recuperar posições. Passou todos os que estavam a sua frente e, antes de completar a primeira volta, estava na liderança – posição que manteve até a bandeirada.

O vídeo abaixo, sugerido pelo leitor Geraldo Francisco, de Boston, mostra exatamente este momento inesquecível em Donington Park, Inglaterra, no GP da Europa de 1993. A escolha do circuito, como você verá, foi criticado pela imprensa inglesa porque ele não teria pontos de ultrapassagem. Senna mostrou que havia, sim.

Assista então a este momento mágico de um piloto insuperável:

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Sobre mariomarcos

Jornalista, natural de criciúma, fã incondicional de filmes, bons livros e esportes
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44 respostas para A melhor volta de um piloto na história da Fórmula-1

  1. 66colorado66 disse:

    O que o Senna fez nessa primeira volta beira o inacreditável. Se eu não tivesse visto, não acreditaria.
    Parece que os adversários estão parados.
    O Senna, este sim um VERDADEIRO MÁGICO, fazia coisas impossíveis a cada corrida. Na chuva então, nunca vi nada parecido e nessa volta mágica mostra a sua superioridade numa pista molhada. Todo mundo andando como se estivesses pisando em ovos e ele andando como se estivesse numa pista seca, ultrapassando por dentro e por fora.
    SENNA ERA UM VERDADEIRO MÁGICO!!!

  2. Willian Machado disse:

    Houve também o melhor GP de todos os tempos na minha opinião, e foi neste mesmo ano de 1993. Em Interlagos, as “Willians de outro planeta” lideravam quase uma volta a frente dos demais, quando começou a chover. Ninguém conseguia guiar no circuito, apenas Ayrton Senna. Ele não só passou a todos como colocou uma volta nas Willians (Prost depois bateu após rodar sozinho). Não sei se recordam, mas foi aquela corrida que depois do final faltou gasolina na Mclaren dele e o povo invadiu a pista e o levou nos braços. Na minha opinião, foi a corrida mais emocionante que assisti, uma verdadeira aula de pilotagem e audácia com um carro infinitamente inferior…

  3. BAGUAL, O ORIGINAL disse:

    A fórmula 1 morreu para mim com a morte do Senna, hoje para mim tanto fez como tanto faz quem ganha.

    • siedorski@gmail.com disse:

      Exato.

    • Colorado57 disse:

      Naquele fatídico 1.Maio morreu para mim também.
      Para o saudoso Ayrton não tinha corrida perdida. Cada milimetro de pista era disputado a “ferro e fogo”, como se fosse a última prova, a última volta.
      E aquela do Japão, largou em último, chegou em primeiro e foi campeão.
      Nao sei se o Ayrton gostaria mas o grande rival Prost ainda veio segurar a alça do caixão. A vida as vezes é dura, muito dura.
      Lembro da narração do locutor alemão, imparcial, ele dizia sempre durante e após as corridas “der fantastisch Brasilianer” > o fantástico brasileiro.
      Perdemos uma grande pessoa, um grande brasileiro. Que esteja em paz.

  4. Andre disse:

    1º de maio de 1994 o dia em q a formula 1 acabou!

  5. ELTON disse:

    Se você assistir a uma corrida dessas sem narração,
    certamente dirá: Pô, que manobras !
    Mas quando o criticado Galvão Bueno narrava essas
    corridas do Senna a emoção era de 50% para o Galvão.
    Ayrton Senna dizia e repetia que a pista molhada era com
    ele mesmo, porque, quando mais novo tinha muitas dificuldades
    com a pista escorregadia, até que resolveu treinar muito abaixo
    de chuva, o que o tornou o maior piloto na chuva. Ultrapassava
    por fora, na parte suja da pista.
    Prost era um cagado na pista molhada. Certo dia, na volta
    de apresentação, aqui no Brasil, ele derrapou e saiu da corrida.
    O mais impressionante é que Senna foi morrer justamente na
    condução de uma William, que era o carro a ser batido nessa corrida.

    • Thiago disse:

      Acho que a barbeiragem do Prost com a pista molhada foi no Grande Prêmio de San Marino, em 1991, no Circuito Enzo e Dino Ferrari, em Ímola, quando o francês pilotava uma Ferrari. Fiasco total do piloto queridinho do Balestre!

      • Jonas Rafael disse:

        Foi aqui no Brasil mesmo, e com uma Ferrari. Acho até que foi em 91, quando da primeira vitória do Aytron. Se teve outra em Ímola eu não lembro…

      • Maurício disse:

        Teve uma na Europa sim, lembro que ele meio que deslizou pela grama num declivezinho de escape e ficou por lá mesmo, e foi na volta de apresentação. Não lembro o circuito, mas foi de Ferrari.

      • Jonas Rafael disse:

        Então acho que foram duas, porque me lembro claramente dele saindo no fim da reta dos boxes em Interlagos. Mas sabe como é a idade né? Minha mente não é mais tão confiável pra fatos pouco importantes como esse.

      • Thiago disse:

        Prost deslizou em Interlagos no GP do Brasil de 1993, mas não foi na volta de apresentação, mas em meio da corrida que liderava, mas quando a chuva começou, a Williams que pilotava estava com pneus de pista seca e seu carro aquaplanou quando se aproximava da tangência do “S” do Senna, sendo que o carro somente parou quando encontrou o carro do Christian Fittipaldi na área de escape. Neste GP do Brasil, Senna venceu a corrida depois de uma linda ultrapassagem sobre o Damon Hill (Williams) na freada do “Laranjinha”.

        Repito, Prost deslizou pilotando a Ferrari na volta de apresentação do GP de San Marino de 1991. Fiasco total do francês!

  6. Eduardo disse:

    Ayrton ,

    Muito obrigado. Mesmo. Você FOI , É E SERÁ INSUPERAVEL !
    Muito obrigado , GENIO !
    Até um dia.

    Eduardo

  7. Thiago disse:

    Senna foi, indiscutivelmente, o maior e melhor piloto de F1 da história, não apenas por mim, mas por todas as revistas especializadas, por enquete entre os próprios pilotos de F1, etc…

  8. Jonas Rafael disse:

    Aiaiai, eu não gosto de discutir Ayrton Senna porque é quase uma religião, é proibido você discordar do “Deus” das pistas, mas fico revoltado quando vejo essas manipulações midiáticas. “PROVOU que tinha 4 pontos de ultrapassagem”, mas o que é que tem a ver? Ele ultrapassou na CHUVA, o que é uma coisa totalmente diferente, os carros ficam mais lentos, a freada mais tacanha. Até em Mônaco tem ultrapassagens quando chove. Foi uma baita volta sim, mas nem de longe um milagre, porque se ele fosse tão mágico assim fazia isso todas as corridas e não uma vez ou outra. E outra, motor e suspensão não contam nem de perto na chuva quanto tração e aerodinâmica. As Williams tinham a dianteira (mas não tanto como em 92) por causa da suspensão ativa, mas aerodinamicamente eram as mesmas de 1991 (pode comparar os carros, visualmente são iguais, numa época em que os carros mudavam radicalmente de um ano pra outro).
    Foi uma combinação única de audácia, habilidade, capacidade do carro (que era aerodinamicamente muito bom e foi um dos primeiros a ter controle de tração) e porque não? Sorte também. Mais tarde na mesma prova ele também teve outra golpe de sorte. De repente, do nada começou a chover e todo mundo foi para os boxes. Na volta seguinte, do nada, a chuva parou e ele ficou na pista com os pneus slick. Ele arriscou e ficou com os penus, e 3 ou 4 voltas depois a pista estava quase seca e ninguém conseguia fazer tempo melhor com os pneus de chuva, obrigando a maioria dos carros a trocar de novo. Isso deu a ele uma dianteira de quase uma volta, mas já vi gente falando que ele voava e botou uma volta ao natural…

    • Luiz Martini disse:

      Obrigado pela lucidez, Jonas.
      Esse Senna insuperável e semideus só existe na cabeça de quem chegou “ontem” na F1.
      Eu que a acompanhava desde os tempos do Clark, tenho outra opinião, e bem fundada.
      Mas não estou a fim de perder tempo, pois como falas, virou quase religião.
      Das cagadas, como aquela de Monaco em 88 ou a tentativa de ultrapassar o Schlesser DENTRO de uma chicane, ninguém fala.

      • Alceu disse:

        Pára, Pára. Vai haver uma tragédia, se vcs não embarcarem na onda de q ele era um deus.
        Concordem, não adianta ir contra a babação.

      • Sam disse:

        Deus não era mas que era muito melhor que os outros, inclusive o Schumacher, não dá para discutir.

  9. BAGUAL, O ORIGINAL disse:

    Bah, de arrepiar olhando esse vídeo, esses bostas de hoje (Barrichelo e Massa) não servem nem pra tirar a erva da cuia.

  10. Santiago disse:

    Foi uma volta realmente espetacular. Essa sequência e aquela vitória no Brasil quase sem marchas são inesquecíveis.
    Só discordo de algumas pataquadas nacionalistas que consideram o Senna o melhor piloto de todos os tempos. Schumacher com um carrinho de rolimã já deixava o Senna no chinelo durante a década de 90. Santos Dumont, Senna… haja criatividade.

    Cabe dizer que o Senna não foi sequer o melhor piloto BRASILEIRO de todos os tempos, já que conquistou os mesmos títulos do Piquet, este também um corredor brilhante apesar de toda a sua chatice.

    Aliás, essa turma que reclama da RBS, da imprensa colorada e tal, deveria lembrar que o Senna só foi glorificado e badalado porque é queridinho do Galvão Bueno e da Globo, assim como o Ronaldo Gordo.

    • Jonas Rafael disse:

      Aí já é uma questão de opinião. Os números favorecem o Senna, embora ele tenha o mesmo número de títulos, ganhou mais corridas, liderou mais tempo etc. É difícil argumentar contra isso. O cara foi realmente um dos maiores, embora eu seja um pouco avesso porque também acho que o marketing Global fez ele muito maior do que é, tanto nas pistas quanto fora delas.

      • Jonas Rafael disse:

        Bom, essa é a minha opinião. Eu posso não acompanhar fórmula 1 há tanto tempo quanto você, mas assisto desde 78 (tinha 6 anos) e tenho muita base de conhecimento, e não é graças à Globo e ao Galvão Bueno. É só prestar atenção ao que eles dizem durante as transmissões pra saber o quão informativas são as suas narrações, e o quanto são direcionadas. A Globo não é capaz de tornar o cara um mito? Sério? Eles quase fizeram o mesmo com o medíocre do Felipe Massa. Ainda hoje vivem inventando desculpas para suas perfomances abaixo da média. Me lembro de um escolha de “Esportista do ano” ou coisa assim num Faustão, quando o público escolheu ele ao invés dos medalhistas César Cielo e Maurren Maggi. Fala sério. Se você participar de algum fórum de discussão sobre F-1 vai ver cada exagero que é dito sobre Senna que vai se convencer que o cara só não foi campeão todos os anos que correu porque não quis.
        Me chame de paranóico mas eu desconfio de MUITA coisa que foi feita naquela época, e com conivência do próprio Senna. Não estou falando de fabricar do nada, estou falando de tornar algo fora das proporções. A tal da vitória em Interlagos por exemplo. Foi aberto o microfone para todo o Brasil ouvir os urros de “dor” do campeão, pela suposta dificuldade de controlar um carro com apenas 2 marchas. Mas na época não era normal abrir a transmissão do rádio do piloto, nunca tinha acontecido até então. Fizeram justo naquela corrida? E o cara não sabia que estava sendo ouvido? Você bola um aparato pra fazer algo que nunca foi feito antes e o cara não vai saber disso? Como eu disse sou um pouco paranóico. E é uma qualidade que eu gosto de manter…

    • mariomarcos disse:

      É isso que me deixa inconformado. Achar que o Senna só virou um mito por causa da Globo é imaginar que todos são robôs desprovidos de vontade própria. Eu comecei a ver o Senna pela Bandeirantes. Bem antes dos brasileiros, o Juan Manual Fangio disse que o Senna era o maior. E isso que o Fangio é uma daquelas lendas do esporte.

      • Andre disse:

        A culpa é da imprensa sempre hehehe !

      • Vítor disse:

        Alguns pensão que Senna foi um grande piloto porque a Globo o mistificou. Mas seria a Globo tão poderosa a ponto de transformar um simples piloto em excepcional, com muita sorte, confiança, caráter, competência e paixão pelo que fazia, um esportista completo?
        Se fosse tão fácil tornar simples pessoas em mitos o Neymar, o Corinthians e o Flamengo seriam adorados por 99 % dos brasileiros, vide toda mídia que eles têm. Sempre tem uns que enxergam conspiração por trás de alguém que é competente e, merecidamente, chamado de excepcional. Apesar de tudo, ainda prefiro um Senna mesmo que não fosse o melhor de todos do que alguns que dão entrevistas com ódio, famílias envolvidas em escândalos e só servem para fazer propaganda de óleo de motor.

      • Vítor disse:

        Esqueci do Pelé. Esse deve ser chamado de Rei porque participou das transmissões da Copa de 1994 ao lado de um ensandecido Galvão Bueno. Em outros tempos seria apenas um Wilson Mathias, Viçosa ou no máximo um Adriano.

      • Vítor disse:

        **PENSAM

      • Santiago disse:

        Olha, eu pessoalmente não disse que o Senna era um Rubinho que a Globo transformou em lenda.
        Eu, assim como o Jonas Rafael, acredito sim que ele tem uma grife maior do que realmente foi porque era amigo do Galvão e companhia.

        Por que Senna é tão maior que Piquet se ambos foram tri-campeões?
        Por que Senna é maior que Prost se ambos eram equivalentes, quando tinham o mesmo carro?
        Por que o Senna era heroico quando ganhava, enquanto o maligno Prost era “ajudado pela equipe”, era “desleal”, “estrelinha”, etc?
        Por que falam das baladas do Ronaldo Dentuço e escondem que o Senna fez a McLaren contratar o namorado dele?
        Por que fazem piadas com o Richarlysson e escondem que o Senna era gay?
        Por que o craque da Seleção era o Ronaldo Gordo e nao o Rivaldo, se esse último era equivalente – e por vezes melhor?

        Acredito que Pelé, Senna e Ronaldo foram brilhantes, mas se tornaram ícones acima dos outros graças aos favores da Vênus Platinada. Caso contrário, seriam “grandes nomes” como Zidane, Platini, Prost, Mansell, Rivaldo, etc.

      • mariomarcos disse:

        Não tem absolutamente nada a ver com esta ou aquela emissora de TV. Nada.

      • Jonas Rafael disse:

        A resposta que dei logo aí em cima era pra ter saído aqui. Fico fora de contexto…

  11. MAIKEL disse:

    É MELHOR DE TODOS OS TEMPOS, ESTA P NASCER UM NOVO SENNA

  12. Rafael Fraga disse:

    Simplesmente sensacional, é de enxer os olhos de lágrimas vendo apresentações inigualáveis como essa do Senna…
    O Jonas Rafael acima disse que o fator chuva ajudou o Senna. Claro que sim, mas eu lhe pergunto: se o piloto não tem talento a chuva ira guiar o carro sozinho? Logicamente que não, foi um brilhante corrida deste ídolo brasileiro, que se não foi o maior campeão nacional na de fórmula um, foi porque o destino assim o quiz.
    Hoje, certamente a F1 perdeu o muito da graça que tinha, e nunca mais será a mesma sem o grande Ayrton Senna.

    • Jonas Rafael disse:

      Olha o contexto, o que eu disse foi relativo à suposta argumentação do autor do vídeo de que ele “achou” 4 pontos de ultrapassagem numa pista que não tinha. Não tem a ver com ter ou não talento (que ele tinha), mas com inventar um fato e atribuir a ele uma veracidade baseada numa premissa falsa.
      Você não pode pegar uma situação de exceção e torná-la a regra. Mônaco não tem pontos de ultrapassagem, é fato. Você só passa lá se o cara da frente errar MUITO feio. Mas na chuva ocorrem algumas ultrapassagens porque a janela de oportunidade fica maior, entendeu? Você não pode pegar um corrida na chuva e alegar que isso “prova” que Mônaco tem pontos de ultrapassagem(antes que alguém fale eu SEI que o vídeo não é de Mônaco, peguei ela como exemplo porque é o extremo). É assim que nascem as falácias, e muita gente que assiste esse vídeo compra essa e vai aumentando a lenda…

  13. Kiko Marques disse:

    Alain Prost foi o “melhor motorista da história da fórmula 1″. Quando chovia recolhia o pé ou levava o carro para garagem e de lá não saí mais. Airton Sena foi disparado o melhor piloto. Aliás, sobre a morte do Sena: nunca vi ninguém criticar a pista de San Marino. Na curva onde Sena morreu havia uma enorme área de escape, mas o piso duro, incapaz de tirar a velocidade do carro. Uma coisa absurda.

    • Jonas Rafael disse:

      Huh, área de escape? Não tinha não. Era uma semi-reta (uma curva com pouco “curva”, que era feita de pé embaixo). Achavam que não precisava de área de escape, porque a força G era tão pequena que nem afetava muito o carro e o ângulo de ataque no muro era pouco acentuado, o piloto raspava nele de lado e não batia de seco. Por isso “acharam” que não precisava de modifcação, apesar de terem havido acidentes graves poucos anos antes, com Piquet e Berger. Com certeza, só foram tolerantes porque era na Europa, qualquer ocorrência igual aqui teria demandado enormes modificações…
      O problema não foi a batida em si, o carro não ficou tão destruído para a velocidade do acidente, foi o infortúnio da barra que ligava a roda à suspensão que levantou e perfurou o capacete. Isso poderia ter acontecido numa velocidade menor também.

  14. Eduardo Nascimento disse:

    Também acho que Piquet não tem o devido reconhecimento devido à sua antipatia,mas colocar no mesmo pacote de Pelé Mansell e Rivaldo só pode ser piada.E de muuuuuuuuuuiiiiiiiiito mau gosto.Alguém aí disse que Pelé “devia ser…”Meu caro,se você não viu o cara jogar,nem se interessou em conhecer sua história,não omita opinião.

  15. Amnofis disse:

    Oi Mario,
    muito bom o teu blog. Leio sempre que posso, as vezes mais de uma vez ao dia.

    Se pela capacidade técnica o Senna era top, eu te confesso que me surpreendi quando vi na web as imagens de uma ação heróica do Senna ao ajudar a salvar um outro piloto. Parece até coisa de filme, mas não é.

    As imagens podem ser vistas nos 2 links pro youtube abaixo. Vale a pena, te garanto.
    O primeiro link mostra a cena não editada/comentada:

    O segundo link mostra a descrição do Senna e do piloto a quem ele ajudou:

  16. Amnofis disse:

    Peço desculpas por postar mais esta imagem, prometo que nunca mais farei novamente.
    Mas é um video não editado mais longo do que o que eu enviei antes.
    (ah, o Senna salva o piloto porque o mesmo havia desmaiado com o pé sobre o acelerador, o motor estava ligado, então tava bombando gasolina a toda… Consta que é isso que faz o cena sair correndo, pra poder desligar o motor e evitar a explosão que certamente ocorreria.)
    O video um pouquinho mais longo é:

  17. kiko marques disse:

    Jonas, ao escrever que a área de escape era enorme eu quis dizer que ele tinha ,e tem até hoje, tamanho suficiente para dar tempo de diminuir a velocidade do carro antes da batida no muro, desde que a superfície do terreno ajudasse nessa dimunuição. Se tivesse areia fofa ou um espelho d’água naquela saída, o carro não chegaria a se chocar com o muro. Foi a batida no muro que jogou a barra de direção, já quebrada, contra o corpo de Sena,

    • Jonas Rafael disse:

      Se não me falha a memória (e ela tem falhado mais do que eu gostaria) era grama ali entre a pista e o muro. E não creio que a distância era tão grande que pudesse ser chamado de área de escape. Acho que idéia é que pelo ângulo de choque não houvesse muito impacto, mais ou menos como ocorre nos ovais da Indy, onde o muro é colado na pista. O que eu quis dizer é que a barra poderia ter perfurado o capacete em teoria mesmo que a batida fosse muito mais leve.
      Logo que o Senna morreu teve uma entrevista com o Nelson Piquet sobre o acidente no Roda Viva, e ele fala que isso era já uma preocupação desde os tempos em que ele ainda corria: ao contrário do início dos 80, onde o piloto ficava mais “em pé”, e mais pra frente, a posição de dirigir foi indo mais pra trás e mais pra baixo. Como resultado, quando tinha uma batida, aquele “braço” da suspensão se quebrava e dava um efeito catapulta que fazia com que o pneu (ou a ponta do braço, no caso) fosse direto pra cabeça do piloto. Ao invés de corrigir a posição, os caras fizeram o envoltório do cockpit mais alto no ano seguinte. Não ocorreram mais problemas depois disso, mas pode ser sorte também, já que antes do acidente, muitos anos haviam sem mortes também.
      Lembro também que o Piquet respondeu a uma pergunta de um telespectador dizendo que ele podia ter certeza de que se havia um responsável, NINGUÉM seria punido, pois havia muito dinheiro envolvido, o que infelizmente o tempo mostrou ser verdade…

  18. Maurício disse:

    Um argumento que começa com “… é INDISCUTIVELMENTE…” não me serve.

  19. Monstro sagrado.
    Que pena que ele se foi…
    Muita saudade.

  20. Pingback: O velho piloto confessa: todos saíam da frente para ver Senna |

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